Tag "Diogo Martins"

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Crónica Cultura Destaque

Dar Coisas aos Nomes | A paixão segundo Clarice: o perigo de viver

      Quem por hoje se aventurou pelo Google em busca de respostas para o sentido da vida, ter-se-á deparado com um doodle comemorativo dos 98 anos do nascimento

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Pequena história de uma imagem

      Sexta-feira passada, a meio da manhã, interrompo o trabalho para ir comer alguma coisa. Como já é hábito desde há alguns anos, levo a máquina fotográfica comigo.

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Filmar a solidão (sobre uma estreia no Close-Up)

      “Há pessoas que mostram os outros / e por isso estão sós. / Na rua, um carro ou outro / prolonga-lhes o abandono […]”. Estas linhas de

Cultura

Dar Coisas aos Nomes | O lugar da infância, da imanência – The Florida Project, no Close-Up

    Se existe um apelo inequívoco no filme The Florida Project, exibido ontem à noite na terceira edição do Close-Up, na Casa das Artes de Famalicão, é o de

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Qualquer coisa assim – da poesia em Famalicão

    Sábado de manhã, 29 de setembro, na Fundação Cupertino Miranda, era apresentado o livro Carmina 3 – do corpo: outras habitações, identidades e desejos outros em alguma poesia

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Visões de Adriana Molder na Ala da Frente

    Já não sei ao certo onde li isto: que a intimidade mais profunda começa e acaba na pele (qualquer variação disto, mais coisa menos coisa). E essa profundidade

Mais recentes

Dar Coisas aos Nomes | Parece que foi ontem

    (Consiste este texto na apresentação que fiz para as provas públicas do meu doutoramento, realizado há três anos, dia 11 de setembro de 2015, na Universidade do Minho.

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Nós, os Monstros

    “[…] os homens precisam de monstros para se tornarem humanos” (José Gil, Monstros, Relógio D’ Água, 1994: 88). Lembro-me muitas vezes de uma cena em particular do filme

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Tirar férias à vida – Algumas sugestões de leitura

    A páginas tantas, no primeiro volume de O Homem sem Qualidades, uma das personagens de Musil descreve a condição póstuma que caracteriza a literatura, o que tanto vale

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Spielberg. Em busca do tempo perdido

  Talvez isto seja um exemplo de como a experiência de ver um filme ultrapassa o perímetro estrito da crítica sobre o filme e acaba por se infiltrar nos pequenos

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Explicações de Português

  [cancioneiro trovadoresco] Nem tudo o que luz é ouro. Às vezes, é só texto: a mulher-letra, mia senhor, o desejo sexual sublimado em estoica cantoria para disciplinar o prazer

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Saramago, Ricardo Reis e o ano da nossa morte

  A todos os alunos do 12.º ano com quem partilhei estas e outras derivas.   #1 Must be strangely exciting / to watch the stoic squirm”, confessa Alanis Morissette

Cultura

Entrevista | Diogo Martins e Nuno Leão. dizer adeus às coisas é projetar a performance do mundo (também amanhã)

dizer adeus às coisas seguido de uma teoria da imagem (ou a performance do mundo) é um título que, só por si, deixa qualquer um curioso acerca de um livro

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | O cinema antes da sua cultura

Os trabalhadores saem a x horas de uma fábrica no final do século XIX. Assistimos apenas (apenas?) a isso: o movimento desses trabalhadores, os seus gestos, uns mais naturais, outros

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Encenação do Apocalipse

      Vi pela terceira vez o filme mother!, de Darren Aronofsky. Não por me ter sentido arrebatado pelo filme enquanto experiência cinematográfica ímpar, nem sequer por ter achado

Crónica

Dar coisas aos nomes | Dizer adeus às coisas

Tanta coisa depende daquilo que decidimos escrever no início de um texto. Houve alturas em que uma folha em branco me deixava em pânico. Um pânico absoluto, paralisante: levantava-me da

Crónica

Dar coisas aos nomes | Aproximações (notas sobre fotografar)

As primeiras vezes, a primeira vez de cada primeira vez. Primeiro, mergulha-se a fundo. É-se irresponsável, faz-se como os putos diante o mar e o rebentar das ondas, sempre primeiras,

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Essa espécie de amor: sobre A Mulher Canhota

    “O editor, após um breve silêncio: – Começa agora o longo tempo da sua solidão, Marianne. A mulher: – Todos me ameaçam desde há dias. – Para o