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Em Braga, onde para a Oposição?

 

 

É suposto a Oposição política – em Braga e em quaisquer outros territórios – ser uma força organizada capaz de denunciar a inércia e, em contrapartida, avançar com propostas construtivas de acordo com um programa próprio previamente submetido a sufrágio eleitoral. Este outro programa foi sufragado por parte significativa do eleitorado para com quem a oposição ficou em dívida pela sua eleição para cumprimento das propostas então apresentadas. Ao não agir em conformidade, é complacente com a inércia existente e deixa a dúvida no eleitor que nela(s) votou(aram) sobre a representatividade confiada.

Em Braga, não são visíveis indícios desse trabalho e o eleitor comum não sente qualquer efeito palpável dessa Oposição política que tanto prometeu e que se fica pela retórica vulgar que não resolve coisa nenhuma.

Edil e Oposição não possuem obra digna de registo

Ricardo Rio sairá como entrou. Muita conversa e obras dignas desse nome, nenhuma!

A Oposição segue-lhe na esteira, tanto nas propostas que não apresentou como na evidência de que nada fez em benefício da cidadania. Ou seja: a Oposição encontra-se mal preparada politicamente; com valores de referência desconhecidos; e uma prática executiva nula.

Coadjuva ainda um edil prestes a acabar o seu terceiro mandato sem ter conseguido uma obra digna de registo municipal da sua passagem, salvo, para memória futura, o Silo da Memória com uma homenagem a Salgado Zenha, um efetivo opositor ao regime ditatorial do Estado Novo. Quiçá o edil recém-eleito, presumo, terá mandado erigir o monumento para espicaçar o seu antecessor, assinalando os 40 anos da revolução de Abril. O monumento foi idealizado pelo escultor Alberto Vieira.

12 anos de mandato resumidos a muito pouco

Quanto aos doze anos de mandato resumem-se a benfeitorias em edificado existente e autorizações para superfícies comerciais em locais já de si saturados com trânsito automóvel inibidor da mobilidade dos cidadãos; o corte semanal de uma estrada nacional aonde se concentram os feirantes para a realização da feira semanal; a repavimentação da Ciclovia da Variante da Encosta de Lamaçães que havia sido contestada com ferocidade sem limites pelo atual edil e seus acólitos; a desarticulação de todo trabalho que visava a separação dos lixos domésticos em cada casa e era recolhido porta a porta, revertendo esse processo para os antigos contentores de ‘tudo ao molho e fé em Deus’ aonde o cidadão vai depositar o lixo todo misturado dentro de um saco. Contentores esses colocados na faixa de rodagem, local de estacionamento, passeios, entre outros.

A tudo isto soma-se o agravamento do estado das vias dentro da Cidade e na quase totalidade das freguesias.

Braga, uma cidade mal gerida e onde a vassalagem prevalece

Em suma: com uma autarquia gerida à vista, a oposição não consegue encontrar argumentos e apresentar projetos sustentáveis de mobilidade; arquitetura paisagista; arquitetura urbana; correções ao Plano Diretor Municipal; educação; saúde; associativismo; funcionalidade articulada do Concelho; e demais benfeitorias a bem da Cidade, do Concelho e das pessoas que nele residem.

Um última nota final:

– em democracia não há vassalagem.

A Cidade e os Bracarenses exigem empenho e dedicação ao PS Braga

Um breve olhar analítico sobre a moção Geração 20/30

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Imagem: MBRG + AF (ed VN)

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