Visita com o intuito de avaliar impacto das obras no tecido comercial e empresarial do ‘novo Centro’

Eduardo Oliveira (PS Famalicão) preocupado com atrasos e derrapagem orçamental das obras da ‘nova Cidade’

Eduardo Oliveira (PS Famalicão) preocupado com atrasos e derrapagem orçamental das obras da ‘nova Cidade’

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Eduardo Oliveira, vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e líder da comissão política do PS famalicense, promoveu na manhã deste sábado, 25 de junho, uma visita às obras de reabilitação urbana do centro da cidade. O também deputado socialista afirma-se “muito preocupado” com o que viu, pelo que não acredita na conclusão da empreitada até ao fim do mês de julho, a terceira data adiantada pela autarquia para a finalização das obras.

“Não acredito que as obras do centro de Famalicão fiquem prontas até 31 de julho”, assegura Eduardo Oliveira, após ter contactado comerciantes da Praça de D. Maria II e da Praça Mouzinho de Albuquerque (antigo Campo da Feira).

O autarca socialista afiança ter ouvido muitas críticas dos comerciantes “pela morosidade das obras, pelas soluções arquitetónicas e por falhas no planeamento das obras e no projeto, nomeadamente, por ficar a faltar uma solução de estacionamento subterrâneo, como o PS sempre defendeu”.

Ao lado de Eduardo Oliveira estiveram o vereador Paulo Folhadela, o líder do grupo do PS na Assembleia Municipal, Jorge Costa, assim como membros das assembleias de freguesia de Famalicão e Calendário e de Antas e Abade de Vermoim. Além de autarcas, a comitiva socialista integrou o presidente da secção do PS Famalicão, Ricardo Dias, e membros do secretariado concelhio do partido.

“O Partido Socialista lamenta que a maioria PSD-CDS, gasta por 20 anos de poder, não tenha dado ouvidos às nossas ideias. Agora quem sofre são os famalicenses. As obras ainda não estão prontas e o piso instalado, com uma pedra de má qualidade paga a peso de ouro, já está todo partido e todo sujo, nomeadamente junto ao Mercado Municipal”, explicou Eduardo Oliveira.

O vereador e líder do PS-Famalicão também ouviu queixas de falta de arvoredo. “O centro de Famalicão está transformado numa eira, que não pode ser frequentada pelas pessoas em dias de sol. Abateram as árvores e plantaram arbustos”, elucidou Eduardo Oliveira, lamentando também “os enormes prejuízos dos comerciantes pelo mau planeamento das obras”.

E o autarca do PS foi mais longe: “Garantiram aos comerciantes uma cidade para as pessoas e garantiram também que as obras iriam demorar um ano e vão demorar dois. É um engano de 100%. É inadmissível!”

Além disso, na opinião de Eduardo Oliveira, “as obras não vieram resolver os problemas da cidade, nomeadamente a questão relativa ao trânsito e à falta de estacionamento”. “Pelo contrário, depois das obras, a cidade de Famalicão vai ficar sem identidade e menos acolhedora”, vaticinou o autarca.

Esta visita dos autarcas do Partido Socialista teve por objetivo avaliar o ponto de situação das obras, numa altura em que o prazo de execução já foi largamente ultrapassado, assim como avaliar o impacto das obras no tecido comercial do centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

As obras no centro da cidade de Famalicão tiveram início em outubro de 2020. Inicialmente, o prazo de conclusão era de um ano. Porém, o prazo foi duas vezes prorrogado: primeiro por 120 dias, adiando a conclusão para 30 de abril deste ano e depois por um período de 50 dias, prazo que terminou no último domingo, 19 de junho.

Na última reunião do executivo municipal, os vereadores do PS levantaram a questão, tendo o atual presidente da Câmara, Mário Passos, aberto a porta a nova prorrogação, desta vez até 31 de julho. Mas essa prorrogação ainda precisa ser formalizada.

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Imagens: PSVNF

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