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Resíduos | Projeto-piloto em Águas Santas diminui recolha de lixo orgânico indiferenciado na Maia

Resíduos | Projeto-piloto em Águas Santas diminui recolha de lixo orgânico indiferenciado na Maia

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Mais de metade dos agregados familiares abrangidos pelo projeto-piloto que está a ser implementado na freguesia de Águas Santas, na Maia, com o intuito de promover a valorização dos resíduos orgânicos com potencial de compostagem, em zona composta maioritariamente por habitações uni e bifamiliares, apresentou até agora uma adesão superior a 53% das 1100 habitações abrangidas.

 

 

Estes são os números relativos às primeiras 10 recolhas efetuadas. Assim, foram recolhidos mais de 6 mil kg destes resíduos, o que equivale a cerca de 5,15 kg por produtor. Para este efeito, o Município da Maia entregou contentores dedicados de 40 litros para a recolha e de 10 litros para uso interior.

António da Silva Tiago, presidente da Câmara Municipal da Maia, em ação mobilizadora e aproveitado como oportunidade de apresentação dos objetivos do projeto e o impacto nas metas do PERSU 2020 (Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos) do município e consequentemente na Agenda 2030. acompanhou, em 5 de dezembro, o circuito de recolha de resíduos orgânicos integrado no serviço de recolha porta-a-porta. Este projeto piloto está a ser implementado pela Maiambiente, em articulação entre o Município e a Lipor. O autarca afirmou tratar-se  “de uma experiência que se iniciou nos finais de outubro, onde ao serviço de recolha seletiva porta a porta já efetuado para papel e cartão, embalagens e vidro se integrou [agora] a componente dos orgânicos de forma a segmentar os resíduos muitas vezes colocados no indiferenciado, mas que também têm potencial de valorização”, afirma o autarca. Para tal, estão a ser entregues contentores dedicados (40 litros para a recolha e de 10 litros para uso interior), em 952 “pontos de recolha”, que correspondem a 1100 habitações.

“Até aqui os resíduos orgânicos eram pura e simplesmente desaproveitados, deitados fora, sem qualquer criação de valor para a economia. A sua eliminação e tratamento ainda constitui um fardo económico e até ambiental, substancial para os Municípios. Porém, nós temos um caminho feito na recolha seletiva e valorização dos resíduos que tem diminuído substancialmente a pegada ambiental da nossa comunidade”, disse António Silva Tiago à RTP através de declarações prestadas à Lusa.

Os resíduos sólidos urbanos (RSU) constituem um dos maiores problemas ambientais com que as grandes cidades se deparam no século XXI. O crescimento exponencial do “lixo”, a par com uma maior diversidade do tipo de resíduos e uma menor capacidade de se degradar na natureza, são factos que nos separam do estilo de vida do início e meados do século XX.

A separação dos resíduos orgânicos permite o seu encaminhamento para a Central de Valorização Orgânica da Lipor, onde posteriormente são transformados em composto Nutrimais. O projeto que arranca agora no serviço “Ecoponto em Casa”, já se encontrava implementado no município da Maia em “grandes produtores” de resíduos orgânicos como restaurantes, cantinas de escolas e empresas.

 

Fontes: Ambiente online, Lipor e Maiambiente

 

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