Nuno Melo apresenta candidatura à liderança do CDS-PP

 

 

Nuno Melo aponta as eleições europeias, o próximo ato eleitoral, a acontecer apenas em 2024, como ‘o grande catalisador para as eleições legislativas’, marcadas para 2 anos depois, em 2026, pelo que esse será o momento determinante de eventual viragem no renascimento do partido. ‘O CDS faz falta a Portugal e faz toda a diferença para a política’, afirmou.

‘É nas dificuldades que se mede a crença dos homens’, diz Nuno Melo. O agora candidato à liderança considera que o partido tem muitos obstáculos pela frente, entre eles o financeiro e a perda de quadros e bases. Recorde-se que o partido perdeu todos os deputados à Assembleia da República nas últimas legislativas sob a liderança de Francisco Rodrigues dos Santos, pelo que apelou à união.

Na apresentação da sua candidatura, este sábado, afirmou, por isso, ‘contar com todos’, para aplicar um programa renovado  que tenha em conta as ‘novas realidades’, como o ambiente ou a transição digital, tendo também destacado que o CDS precisa ‘estar na linha da frente’ do combate contra as desigualdades remuneratórias entre homens e mulheres.

Nuno Melo afirmou ser fundamental que o CDS mantenha o sentido de ser ‘humanista, personalista e democrata-cristão, e ter sentido de decência’.

A terminar, Nuno Melo sintetizou que ‘é tempo de construir’ e que ‘o CDS faz falta a Portugal’.

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