Promover a atratividade turística da natureza do Vale do Sousa

Primeiro trilho florestal inclusivo do país está a nascer em Lousada

Primeiro trilho florestal inclusivo do país está a nascer em Lousada

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O primeiro trilho florestal inclusivo do país, acessível a pessoas com vários tipos de deficiência e mobilidade reduzida, está a nascer na Mata de Vilar, na Paisagem Protegida Local do Sousa Superior (PPLSS), em Lousada. O projeto “Mata de Vilar: Turismo Verde e Acessível das terras do Vale do Sousa” prevê diversas benfeitorias focadas na preservação do local e na melhoria da experiência de visitação para todos os tipos de público.

Assim, a breve trecho, a Mata situada no concelho de Lousada vai ter disponível um trilho florestal inclusivo e acessível, homologado para utilizadores invisuais ou com mobilidade condicionada, com uma extensão aproximada de 800 metros. Integrado em contexto florestal, este trilho inclusivo vai ser único no país.

O novo trilho do Vale do Sousa será complementado com estruturas de apoio para todo o tipo de visitantes, nomeadamente uma mesa interpretativa sensorial e outros instrumentos de estimulação sensorial e de orientação, reforçando o seu caráter inclusivo. Este novo trilho é uma adição aos quatro já existentes na Mata, com extensões e graus de dificuldade variáveis (Trilho do Miradouro, Trilho do Medronheiro, Trilho das Alamedas e Trilho Histórico).

Tecnologia móvel apoia visitas e monitorização da Mata de Vilar

Atendendo a que a visitação dos espaços naturais deve, hoje em dia, ter em conta também os interesses e necessidades de públicos mais próximos da experiência digital, vai ser disponibilizado, muito em breve, um aplicativo de apoio à visitação para smartphones (cofinanciado pelo projeto VilarIntegra, do Turismo de Portugal) e vão ser implementados pontos de acesso wifi e postos de carregamento alimentados por energia solar.

O acesso à rede de internet vai ter ainda a função de auxiliar a gestão e monitorização da Mata de Vilar, permitindo a recolha e carregamento de dados em tempo real, auxiliando ainda a realização de atividades pedagógicas, científicas e de ciência cidadã.

Promover a atratividade turística da natureza de Lousada

No local vão ser realizadas diversas obras de conservação de elementos arquitetónicos com interesse histórico e cultural, designadamente os caleiros originais calcetados que ladeiam alguns trilhos da Mata de Vilar. Estes vão ser recuperados numa extensão de aproximadamente 300 metros, mantendo a sua traça original, dos finais do século XIX, bem como a funcionalidade de condução das águas pluviais.

Em pleno coração da Paisagem Protegida Local do Sousa Superior, a Mata de Vilar é um dos últimos redutos de floresta nativa do concelho e da região. Os projetos de melhoramento de que tem sido alvo desde 2015 tornam-na um exemplo de promoção da atratividade turística e da visitação sustentável em áreas protegidas, central na dinamização socioeconómica da região e claramente complementar a outros equipamentos e iniciativas ambientais da PPLSS e do Município de Lousada, autarquia que tem vindo a ser publicamente reconhecida pelo trabalho de conservação da natureza que ali tem vindo a ser desenvolvido, a que se junta agora também uma componente fortemente inclusiva de todas as pessoas.

Não estando ainda totalmente aberta ao público, a Mata de Vilar pode ser visitada por grupos e em eventos organizados, sob pedido. A Mata de Vilar é um dos espaços verdes mais emblemáticos da Vila de Lousada. Situada na freguesia de Vilar do Torno e Alentém, cobre uma área de 14 hectares, sendo a maior macha de floresta nativa do concelho. Tem uma área de 14 hectares, uma rede de caminhos propícios às caminhadas, flora variada – constituída por carvalhos, cerejeiras bravas, sobreiros e faias, entre outras árvores – e uma fauna diversa, onde sobressaem os recém-chegados esquilos-vermelhos.

A recuperação da Mata de Vilar do Vale do Sousa, um projeto FEADER

Na implementação do “Mata de Vilar: Turismo Verde e Acessível das terras do Vale do Sousa”, o Município de Lousda conta com o apoios no âmbito da iniciativa comunitária promovida pelo PDR2020 “A Europa investe nas zonas rurais”, e cofinanciada pelo FEADER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Agrícola e Rural), ao abrigo do Portugal 2020.

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