‘Faraós Superstars’ celebra ícones do Antigo Egito na Gulbenkian

‘Faraós Superstars’ celebra ícones do Antigo Egito na Gulbenkian

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Faraós Superstars é uma mostra concebida em torno da figura do faraó e do lugar que o Antigo Egito ocupa no nosso imaginário, em 5000 anos de História, da Antiguidade aos dias de hoje. Cem anos depois da descoberta do túmulo de Tutankhamon e duzentos anos depois da decifração dos hieróglifos, através desta exposição, patente ao público de 25 de novembro a 26 de março do próximo ano, a Fundação Gulbenkian celebra, em Lisboa, uma das civilizações mais antigas e marcantes de todos os tempos.

A exposição Faraós Superstars propõe uma reflexão sobre a figura do faraó e sobre o papel que desempenha como símbolo do Antigo Egito, mas também enquanto ícone de celebridade, uma vez que as figuras dos faraós desenvolveram no imaginário coletivo uma enorme popularidade, mostrando objetos que vão desde a antiguidade até à contemporaneidade.

Estes servem igualmente de parábola para ilustrar a natureza e as vias da ‘celebridade’, fazendo notar o seu lado efémero, mutável, nem sempre associado ao reconhecimento histórico. Khufu, Nefertiti, Tutankhamon, Ramsés e Cleópatra continuam a ser nomes familiares milhares de anos após a morte destes faraós. Mas, atualmente, quem se lembra de Teti, de Senuseret (nas iamgens) ou de Nectanebo?

A exposição Faraós Superstars reúne obras de diferentes naturezas, como peças arqueológicas, documentos e obras históricas ou objetos contemporâneos, pelo que no Museu Gulbenkian poderão ser vistas e apreciadas de antiguidades egípcias a objetos contemporâneos, nomeadamente relativos à influência egípcia na música pop atual, passando pelas iluminuras medievais e a pintura clássica.

Em Faraós Superstars serão apresentadas cerca de 250 peças oriundas de importantes coleções europeias, entre as quais do Museu Britânico, Museu do Louvre e do Musée d’Orsay (Paris), do Museo Egizio (Turim), do Ashmolean Museum (Oxford), do Mucem – Musée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerranée (Marselha) ou da Biblioteca Nacional de Portugal (Lisboa).

A exposição constitui ainda uma oportunidade para refletir sobre o núcleo de arte egípcia do Museu Gulbenkian e sobre a relação que o colecionador estabeleceu com o egiptólogo Howard Carter, conselheiro para a maioria das suas aquisições, no contexto das comemorações do centenário da descoberta do túmulo de Tutankhamon por Howard Carter e do bicentenário da decifração dos hieróglifos pelo egiptólogo Jean-François Champollion.

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A visita a Faraós Superstars, com curadoria de Frédéric Mougenot, do Palais des Beaux-Arts de Lille, e João Carvalho Dias, do Museu Calouste Gulbenkian (MCG), tem um custo de 5,00 euros.

Faraós Superstars, celebridade e simbolismo

Visita e conversa com os curadores

Com João Carvalho Dias e Frédéric Mougenot / Em inglês
Sex, 25 nov, 16:00

Visita orientada (público em geral)

Com Carlos Carrilho e Filipa Santos (em português e em língua gestual portuguesa)
Qua, 07 e 21 dez e sex, 16 dez, 16:00

Visita orientada (escolas)

Com Carlos Carrilho, Cristina Campos, Joana Simões Piedade, Mariana Abreu, Raquel Feliciano, Rita Cortez Pinto (em português)

Pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos, secundário, profissional, superior, academias e universidades seniores.

Disponível a 3 outubro.

Visita orientada (grupos)

Com Carlos Carrilho, Filipa Santos e Raquel Feliciano (em português, inglês e francês).

Disponível a 3 outubro.

Oficina de Natal para jovens

Com Fidel Évora e Maria Remédio (em português) – explorar plasticamente as nossas ideias através de técnicas de impressão, colagem e stop motion, criando leituras da imagem de faraós superstars.

Seg, 19, ter, 20 e qua, 21 de dezembro, 10h00.

Imagens: MCG

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Categorias: Agenda, Cultura, História, Lisboa

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