O navio-hospital da pesca do bacalhau é o sétimo museu português mais visitado

Navio-hospital Gil Eannes atinge 1 milhão de visitantes

Navio-hospital Gil Eannes atinge 1 milhão de visitantes

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O navio-hospital Gil Eannes, fundeado desde 1998 na antiga doca comercial de Viana do Castelo com funções de museu, atingiu este mês de dezembro, no passado dia 16, o visitante um milhão, sendo atualmente o sétimo museu mais visitado a nível nacional. Para assinalar o momento, José Maria Costa, Presidente da Câmara do Município de Viana do Castelo e também da Fundação Gil Eannes, entregou aos visitantes, um casal de emigrantes na Suíça a passar férias em Viana do Castelo, lembranças do navio-museu construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo com o intuito de apoiar a pesca do bacalhau.

O navio-museu atingiu 1 milhão de visitantes, desde que foi recuperado para assumir funções museológicas. Entre 2013 e 2018, o navio recebeu 342.944 visitantes. Recorde-se que, em 2013, o navio esteve encerrado entre fevereiro e março por motivo de docagem e em 2014 esteve encerrado a visitas por causa de obras inerentes à instalação do Centro de Mar. Ao longo dos últimos cinco anos, o número de visitantes mais do que duplicou, já que em 2013 foram registados 41.398 visitantes e, em 2018, foram assinalados 90.835 visitantes do museu flutuante.

De forma simbólica, o autarca José Maria Costa entregou à Fundação uma placa comemorativa do evento, assim como algumas lembranças sobre o navio, sublinhando que aquele espaço é um local de memórias para a comunidade vianense e que o Gil Eannes é um marco turístico e histórico da cidade e da região.

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O Navio-hospital Gil Eannes, construído em Viana do Castelo nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, iniciou a sua atividade como hospital em 1955, apoiando durante décadas a frota bacalhoeira portuguesa que atuava nos bancos da Terra Nova e Gronelândia. Desativada a frota bacalhoeira, ficou a apodrecer nas docas de Lisboa, durante muitos anos.

Há 22 anos, considerando-o património cultural e afetivo da cidade, a Fundação Gil Eannes resgatou-o da sucata por cerca de 250 mil euros, após uma inédita campanha que envolveu todos os estratos sociais vianenses. A 31 de janeiro de 1998 foi recebido festivamente na Foz do Lima onde, depois de limpo e restaurado, foi aberto ao público, assumindo-se como polo de atratividade para Viana do Castelo.

Desde que o Navio Gil Eannes foi colocado em exposição na antiga doca comercial de Viana do Castelo, a Fundação Gil Eannes tem tido como objetivo transformar o navio num espaço museológico, contribuindo deste modo para o desenvolvimento cultural, turístico e científico, especialmente em áreas relacionadas com o mar. Assim, ao longo destes anos várias obras de reabilitação e restauro têm sido feitas, proporcionando aos visitantes o contacto com os diversos espaços característicos de uma embarcação, como a ponte de comando, casa das máquinas, cozinha, padaria e diversos camarotes, bem como os espaços que integram a zona hospitalar o consultório médico, sala de tratamentos, gabinete de radiologia, enfermarias e bloco operatório, permitindo assim que o visitante adquira um pouco da história do navio hospital e da pesca do bacalhau que se fazia nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

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No espaço é também habitual realizarem-se conferências e lançamentos de livros relacionados com o mar.

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Imagens: (0, 2) Município de Viana do Castelo, (1) Navio-Hospital Gil Eannes

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