Vila Nova de Famalicão

CDS-PP | Nuno Melo: Eu quero ser um português na Europa e não um europeu em Portugal

CDS-PP | Nuno Melo: Eu quero ser um português na Europa e não um europeu em Portugal

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A campanha do CDS-PP para as Eleições Europeias de 26 de maio arrancou de Vila Nova de Famalicão, concelho donde Nuno Melo, o cabeça de lista do partido, é natural. À noite, nesta cidade, após a tradicional arruada em campanha por Joane, Braga e Guimarães, em que Nuno Melo e seus apoiantes estiveram em contacto directo com potenciais eleitores, militantes e simpatizantes reuniram-se em jantar que congregou perto de 600 apoiantes.

 

 

Ricardo Mendes, Presidente da Concelhia de Vila Nova de Famalicão do CDS, abriu o jantar-comício referindo-se à simbologia dos comícios famalicenses como: “Mais uma vez, partimos desta sala para um grande resultado. Estou certo disso como estou também certo que os famalicenses irão votar expressivamente no Nuno Melo. O Nuno Melo é intransigente na defesa dos valores que nos definem, é combativo na luta pelas causas certas.” Acrescentou ainda às suas palavras que “Nuno [Melo] representa a verdade, o compromisso e a seriedade, em contraponto com este PS que coloca como cabeça de lista um ex-ministro de uma governação que nos levou a falência. A haver justiça, e sei que ela tarda, mas vem, iremos arrancar daqui para uma grande vitória para o nosso partido!”

Em Vila Nova de Famalicão, de onde é natural, Nuno Melo, na sua intervenção, questionou o empréstimo de 350 milhões de euros feito pela Caixa Geral de Depósitos a uma fundação privada indicando ainda outros exemplos da má gestão socialista na área da banca. “A culpa é da absoluta delinquência bancária em que, durante anos, com os socialistas a mandar, se transformou a gestão dos bancos no pior que já se viu na Europa”, e que dariam origem a “tragédias que se chamaram BPP, BPN e Caixa Geral de Depósitos.”

“Eu gostava que alguém me explicasse, neste país, como é que se reestruturou a dívida do senhor Joe Berardo contra os pareceres de risco do próprio banco público”, pediu.

Nuno Melo perguntou ainda como é que “administradores do banco, nomeadamente Armando Vara e Santos Ferreira, nomeados por um Governo que era de José Sócrates conseguiram ser nomeados para o conselho de administração do BCP cujas ações foram compradas por Joe Berardo”.

Quanto às eleições europeias, Nuno Melo deixou uma garantia: “O CDS é, nesta campanha, um exercício de decência!”

“Estamos fortes, estamos unidos e esperamos um grande resultado, desde logo uma grande votação neste nosso grande concelho de Vila Nova de Famalicão!”

O atual candidato e ainda deputado europeu concluiria: “Somos europeístas, mas não federalistas. Eu quero ser um português na Europa e não um europeu em Portugal!”

Nuno Melo fez-se acompanhar, neste início de campanha, por um apoio de peso: Assunção Cristas.  A Presidente do CDS disse, esta sexta-feira, em Famalicão, que o PS e o primeiro-ministro António Costa “quiseram atacar o partido por medo”.

“Quiseram atacar-nos. Quiseram atacar-nos, mas hoje estamos aqui todos juntos para dizer a todo o país que o CDS está bem vivo, está forte e unido para o combate“, referiu.

Em reforço da ideia, Assunção Cristas, na ocasião, acrescentou também: “Esta é, porventura, a grande razão para António Costa querer eleições antecipadas. Tem medo. Tem medo. Mas nós, pelo contrário, não temos qualquer medo”, disse. “É altura de dizer basta e é agora, já nestas eleições, não vamos esperar por outubro. Vamos dizer basta de uma governação falhada na saúde, nos fundos comunitários, nos elevadíssimos impostos, naquilo que tem sido palavra permanente incumprida por parte do primeiro-ministro”.

 

Imagens: CDS-PP Famalicão

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