Pelos Comerciantes e URBAC19 procuram ser parte da solução para a saída da crise financeira

Coronavírus | Isabel Estrada Carvalhais reúne com representantes dos setores do retalho e restauração de Braga

Coronavírus | Isabel Estrada Carvalhais reúne com representantes dos setores do retalho e restauração de Braga

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Para Isabel Estrada Carvalhais, deputada do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, “a crise na restauração e na hotelaria, tem um efeito muito negativo na economia local, quer porque são setores responsáveis pelo emprego de milhares de trabalhadores, quer pela riqueza que geram para o nosso distrito, quer porque a sua crise afeta outros setores como a agricultura e as pescas”.

A restauração e a hotelaria representam “espaços de mercado que neste momento estão fechados e cuja retoma a uma certa normalidade será lenta”, desde logo “pelos impactos financeiros que se estima que a crise também venha a ter sobre a capacidade de consumo das famílias“, acrescenta Isabel Carvalhais.

A eurodeputada socialista manteve reuniões através de teleconferência com representantes do setor  do retalho e da restauração da cidade e concelho de Braga.

Numa reunião, que também decorreu por teleconferência, Isabel carvalhais contactou os representantes do movimento cívico Pelos Comerciantes, organização que representa diversos agentes da economia de proximidade num total de mais de 1000 empresas do comércio tradicional, da restauração e do pequeno retalho, sobretudo de Braga mas também de todo de todo o país.

Na outra das reuniões, na procura de soluções para a grave crise que o setor da restauração atravessa, a eurodeputada reuniu com os representantes da URBAC19 – União de Restaurantes de Braga de Apoio ao Covid-19, plataforma que reúne 132 espaços comerciais deste género da cidade e concelho de Braga e que no total são responsáveis pelo emprego direto de 1341 trabalhadores. Este setor está a ser a ser fortemente penalizado dada o ‘horário zero’ aplicado a 16 de março.

Ambas as plataformas mostram preocupação com o momento atual e sobretudo com o futuro, “mas procuram ser proativas”, isto é, “reivindicam um conjunto de soluções que possam dar resposta à crise que o atual contexto de saúde pública está a provocar”. Em jeito de balanço conclusivo sobre as reuniões, Isabel Estrada Carvalhais refere que essa proatividade atesta bem que os movimentos “não querem ser parte do problema, querem sim que os ajudem a ser parte da solução“.

 

Fonte e Imagem: IEC

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Categories: Economia, Política

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