1/6 Vila Nova de Famalicão

Música | Sérgio Godinho e Frankie Chavez celebram aniversário da Casa das Artes de Vila Nova deFamalicão

Música | Sérgio Godinho e Frankie Chavez celebram aniversário da Casa das Artes de Vila Nova deFamalicão

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Referência cultural na região Norte e no país, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão celebra 18 anos de vida no próximo dia 1 de junho. São 18 anos de caminho afirmativo em que a captação de um público numeroso – já próximo dos 100.000 espectadores – se concretiza mediante a conjugação de uma programação contemporânea e diversificada em todas as artes, com destaque para a música, cinema, teatro, dança e pintura, entre outras. Sérgio Godinho e Frankie Chavez são as estrelas que aí se irão apresentar para abrilhantar a festa.

 

Com um brilhozinho nos olhos, Sérgio Godinho, o homem de sorriso aberto e franco, mas determinado e de voz firme e palavras incisivas e frequentemente indispensáveis, o escritor de canções de sabor inconfundível, desloca-se a Famalicão para apresentar ‘Nação Valente‘, o seu mais recente trabalho,  unanimemente considerado um dos grandes discos de 2018.

O título anuncia “Nação Valente” e assim será, um espetáculo que terá como pano de fundo as mais recentes criações de Sérgio Godinho e que trouxeram colaborações inéditas, algumas até inesperadas, mas bem-sucedidas – David Fonseca, Filipe Raposo, Hélder Gonçalves, Pedro da Silva Martins ou o velho companheiro, José Mário Branco, partilharam com Sérgio Godinho as composições de uma parte significativa do seu 18º álbum de estúdio.

Mas talvez que estas apresentações possam assumir o título alternativo de “Nação Valente & Outras Histórias”, afinal estamos perante uma voz que nos conforta e inquieta desde a década de 1970 do século passado e em que olhar a sua obra é também descobrir uma parte significativa da nossa vivência, do nosso quotidiano, do amor, das lutas, das perdas e das alegrias. Em palco, “Nação Valente” crescerá. Às canções que compõem o disco juntar-se-ão outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecerão o retrato desta nação, necessariamente valente, feita de vida.

“O que é que foi que ele disse?”

Mas a festa não se fica por aqui. A noite será longa, pelo que, no foyer, a festa continua depois do concerto de SG com Frankie Chavez.

Quando se estreou em 2010, Frankie Chavez conseguiu de imediato revelar todo o potencial, escancarando diante de si um mar infinito de possibilidades. O músico, cantor e compositor demonstrou entretanto ser capaz de enfrentar o palco como poucos, sozinho ou em grupo, ocupando o lugar sob os holofotes ou posicionando-se de forma discreta ao lado de companheiros que não dispensam a sua arte.

E, em estúdio, Frankie Chavez foi brilhando cada vez mais alto: lançou Family Tree em 2011, Heart & Spine em 2014 e Double or Nothing já na reta final de 2017. Cada um deles um tributo à grande arte que o inspira, aos mestres que o guiaram e, mais importante ainda, cada um deles um repositório de canções que lhe reafirmam as capacidades de equilibrar palavras, melodias, riffs, eletricidade e tensão acústica, com as cordas a provarem serem o ingrediente principal de uma melopeia que tem aprimorado a cada novo passo.

Agora é hora de voltar ao palco, de novo sem o amparo de uma banda, de novo disposto a olhar o público nos olhos, sem segredos e sem truques, sem distanciamentos e sem barreiras.

 

Imagens: (0) Casa das Artes (Arlindo Camacho e Rita Carmo), (1) Sérgio Godinho, (2) Peregrinus Studio

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Categorias: Agenda, Cultura

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