Vila Nova de Castro

Sustentabilidade | Vieira de Castro com embalagens 100% recicláveis

Sustentabilidade | Vieira de Castro com embalagens 100% recicláveis

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Na Vieira de Castro a sustentabilidade não é só um conceito, é já uma prática industrial. A comprová-lo estão as embalagens de bolachas produzidas na sua totalidade com recurso a materiais recicláveis, anunciou a empresa famalicense.

 

 

Este é apenas o primeiro passo de um plano alargado de alterações tendo em vista um mundo melhor, sendo que a próxima aposta será a redução do consumo de plástico.

A empresa famalicense está à procura de materiais que protejam os produtos da mesma forma que o plástico. A Vieira de Castro está, por isso, a trabalhar com parceiros para desenvolver soluções mais ecológicas que mantenham as características organolépticas dos artigos e que poderão passar pelo ecodesign das embalagens sem colocar em causa a qualidade dos produtos.

“A preocupação com o meio ambiente não deve ser moda ou artifício, mas uma motivação real e consciente por um planeta sustentável para todos os seres que o habitam. Não há outro caminho”, sublinha a Vieira de Castro, acrescentando que “esta abordagem insere-se na política de sustentabilidade da empresa: eliminar, reduzir, substituir e transformar, dando seguimento à estratégia europeia para os plásticos”.

Fundada em 1943 e sediada em Vila Nova de Famalicão, a Vieira é o maior fabricante português de bolachas, amêndoas e rebuçados. Chegou aos 75 anos e está a investir 12 milhões de euros, projetando uma nova fábrica de bolachas nos próximos três anos. “Já temos projetada mais uma fábrica, dedicada às bolachas, para os próximos cinco anos. Fomos adquirindo terrenos à volta, para garantir a possibilidade de expansão, e temos tudo licenciado”, afirmou Ana Raquel Vieira de Castro, neta do fundador da empresa Vieira de Castro, com o pelouro do marketing e vendas, em reportagem publicada no Expresso há uma semana atrás.

A empresa está a viver uma “revolução interna”. As prioridades do momento são a reorganização, o aumento da capacidade de produção e a inovação. Isto significa registar um crescimento de mais de 30% em dois anos, dos 35,5 milhões de euros faturados em 2017 para os 38 milhões de 2018 e os 49 milhões previstos em 2019.

A exportar 50% do que produz para meia centena de países no mercado internacional, a empresa tem no Brasil, Irlanda, Inglaterra, Angola, Cabo Verde, França e Japão o seu núcleo duro no exterior.

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Categorias: Economia

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