Tag "Dar Coisas aos Nomes"

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Crónica Cultura Sociedade

Dar Coisas aos Nomes | Os mortos expulsam-nos de qualquer regresso

    O noticiário abre com a fotografia de dois cadáveres, Oscar e Valeria Ramírez, pai e filha, afogados no Rio Grande, fronteira entre o México e os EUA, onde

Crónica Cultura

Dar Coisas aos Nomes | Um olhar liso como um vidro: a infância, o real e Sophia

    Não há um poema ou trecho literário que não faça luzir, entre olhos comovidos e recordações temperadas pelo tempo, um pouco de infância. Seria até bastante válida uma

Crónica Cultura

Dar Coisas aos Nomes | A matéria do tempo: recordar para se proteger do passado

    Em entrevista ao C7nema, Dídio Pestana (n. 1978), músico e sonoplasta, nascido em Lisboa, diz “[…] que o Cinema é no fundo aquele momento em que as luzes

Crónica Cultura Destaque

Dar Coisas aos Nomes | Notre-Dame: todo o tempo é irredimível

    Diante o incêndio que deflagrou na Catedral de Notre-Dame na passada segunda-feira, há pelo menos uma ideia feliz a ter em conta e a preservar: a de que

Crónica Cultura Destaque

Dar Coisas aos Nomes | Diante do tempo [parte 2]

      Bernardo Pinto de Almeida, num livro de breves mas fulgurantes apontamentos sobre a Imagem da Fotografia (2014, 2.ª ed.), cita Clint Eastwood como um dos “cineastas do

Crónica Cultura

Dar Coisas aos Nomes | Feliz quem um bom dia sai humilde

      Do mais recente filme de Leonor Teles (n. 1992), Terra Franca, poderia dizer-se o que mostram os créditos finais: um álbum de fotografias (anterior ao boom digital),

Crónica Cultura

Dar Coisas aos Nomes | Sombras de sombras de sombras

      (Texto lido na Biblioteca Municipal de Ródão, do concelho de Castelo Branco, a 25 de janeiro de 2019, no âmbito do projeto “Vidas e Memórias de uma

Crónica Cultura Destaque

Dar Coisas aos Nomes | A poesia faz-se contra a poesia (a propósito de Pessoa/Campos)

      (Para o Brandon, o André, o Hélder, a Inês e a Beatriz. Sim, é para rir.)   “Um dia eu, que passei metade / da vida voando

Crónica Cultura Destaque

Dar Coisas aos Nomes | Prodigalidade, mera distração, pura bondade

      O primeiro livrinho de Rui Caeiro que comprei foi Deus e Outros Animais, uma edição da Averno, 2015. Comprei-o ao Duarte, da livraria Snob, há cerca de

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Filmar a solidão (sobre uma estreia no Close-Up)

      “Há pessoas que mostram os outros / e por isso estão sós. / Na rua, um carro ou outro / prolonga-lhes o abandono […]”. Estas linhas de

Cultura

Dar Coisas aos Nomes | O lugar da infância, da imanência – The Florida Project, no Close-Up

    Se existe um apelo inequívoco no filme The Florida Project, exibido ontem à noite na terceira edição do Close-Up, na Casa das Artes de Famalicão, é o de

Crónica Cultura

Dar Coisas aos Nomes | Qualquer coisa assim – da poesia em Famalicão

    Sábado de manhã, 29 de setembro, na Fundação Cupertino Miranda, era apresentado o livro Carmina 3 – do corpo: outras habitações, identidades e desejos outros em alguma poesia

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Visões de Adriana Molder na Ala da Frente

    Já não sei ao certo onde li isto: que a intimidade mais profunda começa e acaba na pele (qualquer variação disto, mais coisa menos coisa). E essa profundidade

Mais recentes

Dar Coisas aos Nomes | Parece que foi ontem

    (Consiste este texto na apresentação que fiz para as provas públicas do meu doutoramento, realizado há três anos, dia 11 de setembro de 2015, na Universidade do Minho.

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Tirar férias à vida – Algumas sugestões de leitura

    A páginas tantas, no primeiro volume de O Homem sem Qualidades, uma das personagens de Musil descreve a condição póstuma que caracteriza a literatura, o que tanto vale

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Spielberg. Em busca do tempo perdido

  Talvez isto seja um exemplo de como a experiência de ver um filme ultrapassa o perímetro estrito da crítica sobre o filme e acaba por se infiltrar nos pequenos

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Saramago, Ricardo Reis e o ano da nossa morte

  A todos os alunos do 12.º ano com quem partilhei estas e outras derivas.   #1 Must be strangely exciting / to watch the stoic squirm”, confessa Alanis Morissette

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | O cinema antes da sua cultura

Os trabalhadores saem a x horas de uma fábrica no final do século XIX. Assistimos apenas (apenas?) a isso: o movimento desses trabalhadores, os seus gestos, uns mais naturais, outros

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Essa espécie de amor: sobre A Mulher Canhota

    “O editor, após um breve silêncio: – Começa agora o longo tempo da sua solidão, Marianne. A mulher: – Todos me ameaçam desde há dias. – Para o