Tag "Dar Coisas aos Nomes"

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Mais recentes

Dar Coisas aos Nomes | A poesia faz-se contra a poesia (a propósito de Pessoa/Campos)

      (Para o Brandon, o André, o Hélder, a Inês e a Beatriz. Sim, é para rir.)   “Um dia eu, que passei metade / da vida voando

Crónica Cultura Destaque

Dar Coisas aos Nomes | Prodigalidade, mera distração, pura bondade

      O primeiro livrinho de Rui Caeiro que comprei foi Deus e Outros Animais, uma edição da Averno, 2015. Comprei-o ao Duarte, da livraria Snob, há cerca de

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Filmar a solidão (sobre uma estreia no Close-Up)

      “Há pessoas que mostram os outros / e por isso estão sós. / Na rua, um carro ou outro / prolonga-lhes o abandono […]”. Estas linhas de

Cultura

Dar Coisas aos Nomes | O lugar da infância, da imanência – The Florida Project, no Close-Up

    Se existe um apelo inequívoco no filme The Florida Project, exibido ontem à noite na terceira edição do Close-Up, na Casa das Artes de Famalicão, é o de

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Qualquer coisa assim – da poesia em Famalicão

    Sábado de manhã, 29 de setembro, na Fundação Cupertino Miranda, era apresentado o livro Carmina 3 – do corpo: outras habitações, identidades e desejos outros em alguma poesia

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Visões de Adriana Molder na Ala da Frente

    Já não sei ao certo onde li isto: que a intimidade mais profunda começa e acaba na pele (qualquer variação disto, mais coisa menos coisa). E essa profundidade

Mais recentes

Dar Coisas aos Nomes | Parece que foi ontem

    (Consiste este texto na apresentação que fiz para as provas públicas do meu doutoramento, realizado há três anos, dia 11 de setembro de 2015, na Universidade do Minho.

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Tirar férias à vida – Algumas sugestões de leitura

    A páginas tantas, no primeiro volume de O Homem sem Qualidades, uma das personagens de Musil descreve a condição póstuma que caracteriza a literatura, o que tanto vale

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Spielberg. Em busca do tempo perdido

  Talvez isto seja um exemplo de como a experiência de ver um filme ultrapassa o perímetro estrito da crítica sobre o filme e acaba por se infiltrar nos pequenos

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Saramago, Ricardo Reis e o ano da nossa morte

  A todos os alunos do 12.º ano com quem partilhei estas e outras derivas.   #1 Must be strangely exciting / to watch the stoic squirm”, confessa Alanis Morissette

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | O cinema antes da sua cultura

Os trabalhadores saem a x horas de uma fábrica no final do século XIX. Assistimos apenas (apenas?) a isso: o movimento desses trabalhadores, os seus gestos, uns mais naturais, outros

Crónica

Dar Coisas aos Nomes | Essa espécie de amor: sobre A Mulher Canhota

    “O editor, após um breve silêncio: – Começa agora o longo tempo da sua solidão, Marianne. A mulher: – Todos me ameaçam desde há dias. – Para o