Nova intervenção comunitária reveste a forma de Teatro do Oprimido dirigido à comunidade sénior

Séniores | CAISA cria projeto piloto com o objetivo de o implementar em Guimarães, Famalicão e Braga

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A CAISA – Cooperativa de Artes de Intervenção Social e Animação, com sede em Vermil, Guimarães, iniciou mais um desafio de intervenção comunitária durante o mês de Janeiro um Laboratório de Teatro do Oprimido destinado à comunidade Sénior.

Esta intervenção artística e com objetivos psicoterapêuticos está a ser experimentada em dois projetos de apoio aos seniores que frequentam os projetos sociais da instituição, como explica Alberto Fernandes, o Presidente da CAISA: “Esta proposta artística e terapêutica está a ser aplicada no CECA – Centro de Estimulação Cognitiva e Autonomia, projeto que trabalha com um grupo de quinze idosos com diagnóstico de doenças do foro neurológico, como por exemplo Doença de Alzheimer e com os idosos que frequentam o nosso Centro de Convívio e Atividade em Vermil”.

O Laboratório de Teatro do Oprimido agora avançado tem como objetivo trabalhar com o público-alvo questões relacionadas com a promoção de uma vida mais ativa em que haja uma estimulação constante na área cognitiva, assim desenvolvendo a reflexão, discussão e problematização de vários assuntos relativos ao “eu” singular e social, incentivar a livre exposição de opiniões, converter intervenções em possíveis mudanças reais, trabalhar o lado artístico, social e político da comunidade, desenvolver a consciência artística, nomeadamente no que diz respeito à arte teatral e à resolução de conflitos internos ou externos. “Para isso, e nesta primeira fase de experimentação, estão a ser desenvolvidas duas técnicas do Teatro do Oprimido – Teatro Imagem e Teatro Fórum -, e o resultado tem sido fabuloso e tem havido uma aceitação muito boa por parte dos grupos em intervenção“, reforça Alberto Fernandes.

Contudo esta experiência não fica por aqui e tem como objetivo criar um modelo de intervenção que possa ser replicado em outros projetos de apoio ao envelhecimento ativo não só em Guimarães, mas também nos municípios de Vila Nova de Famalicão e Braga. Esta experiência está a ser conduzida por uma equipa multidisciplinar constituída por técnicos da área da saúde, educação e cultura e nasceu de um projeto de estágio de uma aluna de artes performativas da UTAD sob a proposta do seu orientador Alberto Fernandes.

Fonte e Imagens: CAISA

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