Crónica

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Síria | Na dúvida, a guerra acabou! Faltavam informações

A guerra da Síria começou em 2011 por ocasião da Primavera Árabe. Os cidadãos indignaram-se com as denúncias de corrupção do governo de Bashar al-Assad. A guerra tomou proporções humanitárias

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Dar coisas aos nomes | Dizer adeus às coisas

Tanta coisa depende daquilo que decidimos escrever no início de um texto. Houve alturas em que uma folha em branco me deixava em pânico. Um pânico absoluto, paralisante: levantava-me da

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As palavras é só bolinhas de sabão | Kon-kon: Ler as Cartas da tia-que-vive-na-selva

2017 foi um ano especialmente importante para a famalicense Isabel Fernandes. Estando a meio da terceira missão em países africanos, decidiu celebrar o seu trigésimo aniversário com a publicação do

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Dar coisas aos nomes | Aproximações (notas sobre fotografar)

As primeiras vezes, a primeira vez de cada primeira vez. Primeiro, mergulha-se a fundo. É-se irresponsável, faz-se como os putos diante o mar e o rebentar das ondas, sempre primeiras,

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Aeon de Trimegisto. “O Todo é mente, o Universo é mental”

Dia 1: Programei um ser. Autónomo e livre. Dei-lhe o poder da escolha. Chamei-lhe só “animal” e soltei-o num mundo criado também por mim. Com ciclos e ritmos minimalistas como

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Dar coisas aos nomes | Pagãos inocentes da decadência

Foi exibido ontem à noite, integrado na agenda do Cineclube de Joane, Verão Danado, o filme de estreia de Pedro Cabeleira, com o qual este jovem realizador de 25 anos

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Natal | Menino Jesus, estás online?

      MENINO JESUS, estás online? O Natal aproxima-se e lembrei-me agora que, na minha infância, te escrevia cartas com grande entusiasmo, magia e sempre muito certa da tua

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Celebração | O meu Natal

      Celebro o Natal como uma época de reunião da família e de reforço dos seus laços afetivos, na qual os mais novos têm, obrigatoriamente, prioridade. Fui educada

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Identidade: Joanense, Minhoto, Português, Europeu, Engenheiro do Ambiente e, muito recentemente, Ferroviário

Identidade A forma como nos vemos a nós mesmos e construímos a nossa história pessoal e a nossa identidade são uma peça central da nossa vida. A minha identidade anda

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Dar coisas aos nomes | Sobre o luto

(dedicado ao Agrupamento de Escuteiros 1046 de Nine) . . Queria desde há muito escrever um texto a partir do filme Manchester By The Sea, de Kenneth Lonergan (2016), e,

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Dar Coisas aos Nomes | Luz negra – notas sobre Rui Nunes

Se a memória não me falha, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco há pelo menos três livros de Rui Nunes disponíveis para consulta e requisição: são eles Enredos, Os Deuses

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Sinais dos Tempos | Piar fininho

Os tempos mudaram e as vontades também. A culpa não é do Camões, e muito menos do Bob Dylan, que tanto nos avisaram. Talvez seja da tecnologia de aproximação das

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Dar coisas aos nomes | Encontros falhados (a resistência das imagens)

(Para a Ana, o Leão, a Filipa e o Óscar.)   A nossa condição normal, diz Jacques Rancière, é a de sermos sempre espectadores do mundo e de nós próprios,

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Dar coisas aos nomes | Retrato do artista enquanto jovem – David Lynch, no Close-Up

“You drink coffee, you smoke cigarettes, and you paint, and that’s it.” (David Lynch)             David Lynch: The Art Life, de Jon Nguyen, Olivia Neergaard-Holm e Rick Barnes, estreado em

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Dar Coisas aos Nomes | Essa espécie de amor: sobre A Mulher Canhota

    “O editor, após um breve silêncio: – Começa agora o longo tempo da sua solidão, Marianne. A mulher: – Todos me ameaçam desde há dias. – Para o

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Dar coisas aos nomes | Aqui não se passa nada! (para uma aula de poesia)

“Estou constantemente a tentar comunicar qualquer coisa incomunicável, explicar algo inexplicável, contar aquilo que apenas sinto nos meus ossos e que só nos meus ossos tem expressão.” Kafka, carta a

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Cargos de vereação: para quando um controlo mais democrático?

A configuração liberal do modelo político ocidental deu origem ao regime que chamamos habitualmente de democracia liberal ou representativa. No esforço de distinguir este modelo político do modelo democrático da

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Dar coisas aos nomes | O escândalo de existir

“[O] escândalo do homem”, escreve Peter Sloterdijk, “consiste em que ele se pode achar sem se ter procurado. Tem-se vinte e três anos ou trinta e um, ou ainda mais,