‘À terceira (eleição pós-Passos Coelho) pode ser de esta a oportunidade para colocar o PSD no seu local habitual, recuperar a aura do verdadeiro PSD, colocá-lo novamente na senda das vitórias para depois reformar Portugal, colocar o País no mínimo novamente a meio da tabela europeia’

Jorge Moreira da Silva à Presidência do PSD? Sim, porque Sim

Jorge Moreira da Silva à Presidência do PSD? Sim, porque Sim

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As eleições para a Presidência do Partido Social Democrata (PSD) estão a aproximar-se. São já conhecidos dois candidatos. Pessoalmente, e desde há algum tempo a esta parte, ansiava e esperava pela decisão do Jorge Moreira da Silva.

Apoiei o Luís Montenegro quando se candidatou à  liderança do PSD. Apoiaria até qualquer outra personalidade que se opusesse a Rui Rio. Expliquei na altura o porquê dessa escolha e o tempo veio dar-me razão. Rio foi a desgraca maior que o PSD teve desde a sua fundação. Fiquei do lado dos perdedores, mas de consciência tranquila.

Apoiei depois o Paulo Rangel e continuei do lado dos perdedores, mas convicto da minha escolha.

Apoiar Jorge Moreira da Silva

Hoje o meu apoio vai direito para o Jorge Moreira da Silva. Poderia inumerar várias razões para o justificar, mas vou citar apenas algumas que merecem ser ditas.

O Jorge não é um político, é um homem de Estado, uma personalidade com mundo, conhecedor de toda a realidade socioeconómica e política da Europa e do Mundo, uma pessoa com escala, conhecida e reconhecida internacionalmente.

O seu curriculum fala por si.

Mas o que é mais surpreendente no Jorge é a sua simplicidade, a sua forma de estar: m Homem do povo, para o Povo, com a sua dedicação apaixonada à causa pública e ao bem-estar dos cidadãos.

Um homem que está na política para servir e não para servir-se.

Com ele acredito convictamente que não haverá lóbis nem lobistas que o demovam do seu caminho e objetivo traçado.

Sei também que tem uma particularidade muito forte – a de facilmente gerar consensos e agregar vários e díspares pensamentos, sendo por isso, para o actual PSD, o polo aglutinador que o Partido necessita como de pão para a boca.

E, modéstia à parte, é um Homem do Minho, de raízes Famalicenses.

Muito mais haveria a dizer, mas é preferível conhecerem pessoalmente, ouvirem as suas ideias e depois tirarem o resto das ilações.

Colocar PSD na senda das vitórias e Portugal na frente da União Europeia

Tanto o Jorge Moreira da Silva como o Luís Montenegro são dois excelentes candidatos à liderança do PSD. Porém creio convictamente que o Jorge Moreira da Silva – neste momento, e no estado em que o Partido está em que já nem é partido, é nem mais nem menos um monte de cacos -, tem mais “elasticidade” para agregar, unir, mas sobretudo ir a direito ou directamente para o futuro, e sem caciquismo, ou seja, capacidade para colocar o PSD no seu local habitual, recuperar a aura do verdadeiro PSD, colocá-lo novamente na senda das vitórias para depois reformar Portugal, colocar o País no mínimo novamente a meio da tabela europeia.

Desejo arduamente que esta contenda corra dentro da normalidade, com esclarecimento total aos militantes, que os cataventos saibam humildemente qual o seu lugar, estando todos convocados para dizerem sim ao PSD.

À  terceira pode ser de vez.

A todos uma Santa e Feliz Páscoa

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Categorias: Crónica, Política

Acerca do Autor

António Manuel Reis

António Manuel Reis, nasceu em Barcelos a 07-10-1963. Concluiu em 1985, o curso na área de tinturaria têxtil UM/Mazagão. Formação em colorimetria, recursos humanos, automatização, sistemas de qualidade ISSO, planeamento, processos, produção. Industrial Têxtil de 1996 a 2009. Dirigente desportivo 1998 a 2004.Gestor empresarial de 2010 a 2013. Concluiu curso de formação de formadores em 2014. Trabalhador independente Real Estate Consultan 2018. Em curso, Licenciatura Ciências Sociais e Ciência Politica. Militante da JSD desde 1978/ Militante PSD desde 1981, delegado e Observador a Congressos, Delegado CPD, TSD, Membro da CPS, candidato a Presidente de Junta da UF Barcelos, deputado a UF. Candidato á Presidência da CPS. Membro independente da UF Barcelos. Partido Aliança em 2018.

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