‘Haja fé e esperança!’

A guerra na Ucrânia, o PS e o PSD: uma combinação explosiva

A guerra na Ucrânia, o PS e o PSD: uma combinação explosiva

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À excepção da elite política internacional que está a fechar os olhos às  atrocidades cometidas por um louco e despótico autocrata, o mundo está atónito com a guerra na Ucrânia.

A Ucrânia está a ser dizimada por completo e essas lideranças internacionais, a soldo do medo, reagem como pagens. Medo  de uma 3ª guerra mundial com armas nucleares não é motivo para não intervir e parar essa demanda demoníaca da Rússia e de Putin. Se não for parado agora, terá de o ser mais tarde e com muito maiores custos.

Se a guerra não parar o mundo, principalmente a Europa e os Europeus irão pagar um preço muito elevado, nas suas vidas, quer a nível económico, social, e mesmo mental.

Haja coragem para fazer frente, juntamente com o Presidente Ucraniano, a uma invasão ao arrepio do Direito Internacional que nem por sombras acabará na Ucrânia.

A História do mundo diz-nos e avisa-nos que podem voltar a acontecer situações que já não acreditávamos ser possível acontecerem. Conhecer a historia passada, pode ser uma vacina para um futuro melhor.

A minha solidariedade, por isso, para com o povo Ucraniano.

Glória à Ucrânia!

Uma combinação explosiva para Portugal

Acredito convictamente que o check and balance mundial ficou deveras abalado e desequilibrado com a saída de Trump da White House. Existem alturas em que a mentalidade de um e a loucura do outro se anulavam reciprocamente.

A pandemia deixou de aparecer no prime time da comunicação social televisiva substituída pela guerra, porém Portugal não pára e as coisas continuam a acontecer.

Portugal já conhece o novo elenco governativo que vai conduzir os destinos do País nos próximos quase cinco anos. O que vemos não agrada minimamente, nem cumpre os requisitos mínimos que a um governo de maioria absoluta diria respeito.

As escolhas de António Costa para o novo Governo

As escolhas de António Costa denotam um Partido Socialista gasto, vazio, incapaz de incorporar no Governo a aura reformista que a nação tanto necessita. Denotam também um Partido Socialista incapaz de chamar para o Governo, os melhores da sociedade civil, mesmo com a natural pacificação que lhe confere governar tranquilamente nestes próximos anos. Algumas caras novas, para inglês ver. De resto tudo se resume a troca de lugares dentro do mesmo núcleo restrito dos amigos do Largo do Rato. Um Governo que não inspira confiança nem esperança. Uma decepção que vai custar caro aos portugueses.

António Costa assumiu estas escolhas porque está em roda livre, é um novo dono disto tudo. Não o podemos culpar disso.

A culpa deste governo de ‘bloco central’ é de Rui Rio

Se este Governo nestes moldes existe, há um único culpado; e esse é, sem margem de dúvida, Rui Rio.

O desastroso, inapto e delirante ainda líder do PSD, conseguiu a proeza de destruir completamente o seu Partido, tornando-o irrelevante a nível nacional e, como comprovaram com a repetição por si solicitada, das eleições legislativas no Círculo da Europa, perdeu ainda a representação europeia na Assembleia da República que tinha ganho antes da repetição.

O obreiro e responsável por este novo governo e o que daí advirá é, sem qualquer margem de dúvida, Rui Rio e seu apparatchik. Tudo de menos bom que acontecer no País terá a chancela e o carimbo do líder provinciano que um dia quis ser mais do que a sua perna lhe permitia.

Este governo socialista é um governo de ‘bloco central’, ganho nas urnas, mas com a conivência do actual PSD.

Um legado de destruição no PSD

Relativamente ao futuro do ainda principal partido da oposição, apraz dizer que qualquer putativo candidato à  liderança do PSD nesta altura, infelizmente, só o fará por vaidade ou interesse, dificilmente por espírito de missão, prova disso é o silêncio sepulcral de muitos putativos candidatos.

O Partido está em processo de desintegração acelerada, muito em linha com o que sucedeu ao CDS. A sociedade já não o reconhece nem reconhecerá tão cedo como alternativa ao que quer que seja. A força autárquica ainda o vai segurando, falta saber até quando.

Este é o legado de destruição que Rui Rio deixou, após os seus 5 anos de liderança.

Haja fé e esperança!

Há anos escrevi um artigo, na altura que Rio ainda era putativo candidato às directas, com Santana Lopes. O título desse artigo de opinião era “Rui Rio, o kamikaze”. Infelizmente o tempo veio a dar-me razão.

Nem Putin faria tanto mal ao PSD como Rui Rio fez. É obra!

Permitam-me concluir com um pequeno alerta: aquele SARS-CoV-2 ainda anda por aí. Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

Aos portugueses,

Àqueles que são crentes só lhes resta orar, aos outros, juntamente com estes, pagar a factura destas pequenas guerras que nos providenciaram e que não vai ser pequena.

Haja fé e esperança!

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Categorias: Crónica, Política

Acerca do Autor

António Manuel Reis

António Manuel Reis, nasceu em Barcelos a 07-10-1963. Concluiu em 1985, o curso na área de tinturaria têxtil UM/Mazagão. Formação em colorimetria, recursos humanos, automatização, sistemas de qualidade ISSO, planeamento, processos, produção. Industrial Têxtil de 1996 a 2009. Dirigente desportivo 1998 a 2004.Gestor empresarial de 2010 a 2013. Concluiu curso de formação de formadores em 2014. Trabalhador independente Real Estate Consultan 2018. Em curso, Licenciatura Ciências Sociais e Ciência Politica. Militante da JSD desde 1978/ Militante PSD desde 1981, delegado e Observador a Congressos, Delegado CPD, TSD, Membro da CPS, candidato a Presidente de Junta da UF Barcelos, deputado a UF. Candidato á Presidência da CPS. Membro independente da UF Barcelos. Partido Aliança em 2018.

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