Conhecida de todos e comercializada no mundo inteiro, apesar das rivalidades a sua venda nunca foi um problema

Coca-Cola: a bebida que veio da América

Coca-Cola: a bebida que veio da América

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A história da Coca-Cola, a bebida que nasceu na América e invadiu o mundo inteiro tornando-se um símbolo daquele país, começa com a chegada do farmacêutico John Pemberton à cidade de Atlanta, nos Estados Unidos, logo após a guerra civil americana, conhecida por Guerra da Secessão. Tinha sido um combatente e estava disposto a mudar de vida. Procurava nova clientela que comprasse as suas ideias e os seus medicamentos. Por não ter sucesso com vendas, acaba por se tornar sócio de Frank Robinson.

Em 1884 foi lançada a bebida alcoólica chamada “Pemberton’s French Wine Coca”. Ainda muito longe do símbolo da sociedade de consumo em que se tornaria e continua a representar, anunciada como bebida intelectual, revigorante para o cérebro e tónica para os nervos, a Coca-cola era, inicialmente, uma mistura de folhas de coca, grãos de noz-de-cola e álcool. Contudo, o puritanismo da América afastava a clientela.

Novos padrões de consumo

Naquela época, na América, existiam os chamados ‘pontos de vendas’, lugares onde as pessoas iam após as compras, para se reunirem, para comer gelados e beber xaropes misturados com água carbonada com os mais diferentes sabores e que, possivelmente, acabaram por dar ideias para a produção deste novo produto.

Tentando encaixar- se neste novo padrão de consumo norte-americano, John Pemberton passou meses na cave da sua casa em Atlanta, a misturar ingredientes a água carbonatada para fazer um xarope e enviando amostras para a “Jacob’s Pharmacy” no sentido de testar a opinião dos clientes. Somente mais tarde é vendida a primeira bebida conhecida como Coca-Cola, nome posteriormente atribuído por Frank Robinson, que utilizou a sua própria caligrafia para fazer o logotipo.

A grande expansão

O produto final da Coca-cola original era um xarope com água carbonatada servida em copos no momento em que era pedida. Esta bebida tornou-se muito popular na América, pois identificava os gostos americanos e o seu estilo de vida. Em 1929, a Coca-cola lança uma caixa de metal que a conservava gelada nos postos de vendas, chamada de “open-top cooler”. Foi um must!

Mas o verdadeiro boom da Coca-Cola acontece apenas em 1931, quando a empresa norte-americana encomenda uma série de quadros a Haddom Sundblom, representando a imagem do Pai Natal para usar em publicidade. A figura torna-se, então, a identidade da marca.

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Coca-cola, um símbolo norte-americano espalhado por todo o mundo

O refrigerante acabou por ser um símbolo patriótico e era enviado às tropas norte-americanas durante a II Guerra Mundial.

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Hoje em dia, a marca Coca-Cola é conhecida de todos e vendida no mundo inteiro. Mesmo que sejam acusados de usarem açúcar em excesso e provocar obesidade, sobretudo nas crianças americanas, a sua venda nunca foi um problema, apesar de algumas rivalidades. Todos os anos os anúncios à bebida inventada por John Pemberton variam, mas a bebida é sempre a mesma. Imagens muito apelativas aliadas a músicas simples, completam o ramalhete da publicidade.

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Acerca do Autor

Margarida Vale

Deram-me o nome de Margarida e, sem terem essa intenção, fiquei ligada à terra e aos seus modos. Margarida do Vale. Mistura de culturas que se sabem entrosar, entre o sul e as ilhas, assim cresci entre gente culta e estudiosa e pessoas simples que sabiam o valor da labuta diária. Sou uma amálgama de tudo e de vontades, por isso, a mente que me foi dada é irrequieta. Já tive várias profissões e agora estacionei no ensino. Que existe de melhor do que estar com gente jovem, com pequenos diamantes que precisam de ser lapidados e polidos? Os desafios são enormes mas a recompensa é bem maior. O crescimento é recíproco e salutar. A História é uma paixão, assim como a escrita, que esteve parada durante uns anos e cuja gaveta foi reaberta sem data para encerrar. O passado coletivo é a nossa herança e não pode ficar esquecido. para tal existem as letras que lhe tentam fazer justiça e testemunho. Afinal de que somos feitos? De sonhos e de quereres e ainda de várias vidas que se vão vivendo conforme os obstáculos vão surgindo e necessitam de ser ultrapassados. Viver é uma arte que se renova e que encanta. Talvez seja por isso que o Tejo me acompanha e vivo bem perto dele e do local onde os barcos foram feitos para zarparem e descobrirem novos mundos.

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