‘Vitória clara e esmagadora, faz-nos desejar que, para bem da maioria dos portugueses, dentro de 4 anos o julgamento volte a ser positivo, pois será sinal que António Costa e o Partido Socialista cumpriram com o que propuseram realizar’

‘O Povo votou [Costa] e o PS ganhou’

‘O Povo votou [Costa] e o PS ganhou’

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‘O povo votou e o PS ganhou’, afirmou António Costa, no início da sua declaração de vitória nas Eleições Legislativas 2022. Na sua imensa sabedoria, embora de forma surpreendente, o povo votou e renovou a confiança em António Costa e no Partido Socialista por mais 4 anos.

Esta vitória clara e esmagadora sobre os adversários políticos que, sob este ou aquele pretexto, se propunham derrubar a estratégia e política governativa que, ao longo dos últimos 6 anos, tem vindo a orientar os destinos do País.

Melhoria das condições de vida das franjas sociais mais débeis na base da vitória socialista

Não sendo de modo algum isenta de críticas – em especial no que se refere à relativa estagnação dos salários da classe média, e à gestão do Serviço Nacional de Saúde (SNS) -, e muito para lá do desanuviamento do ambiente político claustrofóbico que então se fazia sentir quando o PS chegou ao Governo, a gestão governativa de António Costa e do Partido Socialista, desde 2015, tem procurado, e tem conseguido, de forma no essencial honesta, séria e voluntariosa, mas também com objetivos claros de justiça social, abrir caminhos ao desenvolvimento e ao progresso, com uma melhoria significativa das condições de vida de uma franja significativa da população, em particular aquela de menores rendimentos.

Pandemia gerida com bom senso e equilíbrio pelo Governo de António Costa

A gestão da pandemia, sempre passível de críticas, ora mais ou cerradas ou apenas veladas, não tem sido tarefa fácil. Combater um inimigo para o qual não estávamos minimamente preparados, numa circunstância em que o País se encontrava, e encontra, atolado em dívidas, haveria de resultar tarefa hercúlea que o António Costa e o Partido Socialista têm sabido gerir com equilíbrio, acudindo a tudo e a todos na medida do possível (sem com esta afirmação pretender desvalorizar ou minimizar os municípios e os seus serviços que têm, também, em geral, de uma forma ou de outra, sabido ultrapassar-se e acudir a muitos dos que mais precisam, mais a mais, ou sobretudo, porque estes apoios têm tantas vezes sido articulados pelo Governo e autarquias).

Voto de confiança renovada e reforçada ao Partido Socialista

Portugal deu, por isso, um voto de confiança renovada e reforçada ao PS para promover e encontrar os consensos necessários na Assembleia da República – e outras instituições da sociedade civil – ao longo da próxima legislatura, mediante o indispensável diálogo construtivo e o mais aberto possível.

Apontamentos para mais tarde recordar

Deixam-se apenas 2 últimos apontamentos notas, extraídas das palavras de António Costa, para relembrar ao longo dos próximos anos e verificar do cumprimento das promessas efetuadas na noite eleitoral a todos quantos lhe depositaram confiança com o seu voto, muitos deles de outras áreas do pensamento político:

  • Governação com humildade, responsabilidade, estabilidade, merecedora de confiança e promotora de consensos; e
  • Maioria absoluta não é poder absoluto, não é governar sozinho.

A maioria escolheu o PS tendo em conta ‘o caminho certo’ e ‘a esperança de uma vida melhor’

Muito se pode ainda dizer sobre estas eleições, do que não há dúvidas é que a reeleição de António Costa, com a atribuição da maioria absoluta ao Partido Socialista, representou a escolha do caminho certo pelo incerto e uma luz de esperança na manutenção de um trajeto que traga a Portugal e à maioria dos portugueses razões de alegria e satisfação. Aliás, as anteriores soluções governativas à esquerda – geringonça com papel e sem papel assinado -, também o foram, ou, a assim não ser, a esquerda não manteria a maioria no seu conjunto; e tal maioria permanece.

Dentro de 4 anos, os portugueses julgarão de novo a governação de António Costa e o Partido Socialista

Para lá da avaliação a cada dia, dentro de 4 anos, se não houver razões extraordinárias até lá, haverá um novo exame. Resta-nos desejar, para bem da maioria, que no final deste período o julgamento volte a ser (mais ou menos) positivo. É sinal que António Costa e o Partido Socialista cumpriram com o que se propuseram realizar.

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Imagem: PS

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Categorias: Editorial, Política

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Pedro Costa

Diretor e editor.

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