Um feliz Natal para todos

Um feliz Natal para todos

Pub

 

 

O americano Thomas Edison – investigador, empresário e cientista americano -, foi o inventor da lâmpada elétrica incandescente. Em 1880, Edison pendurou lâmpadas em redor do seu laboratório, para chamar a atenção de quem passava. Ainda nada tinha a ver com as árvores de Natal iluminadas…

Foi o seu colega e amigo Edward Johnson, dois anos depois, que fez a primeira árvore de Natal com ‘luzinhas’, em Manhattan, Nova Iorque. Porém, só em 1895, quando Grover Cleveland, o Presidente dos Estados Unidos de então, iluminou a primeira árvore de Natal na Casa Branca é que o gesto ganhou força, estendendo-se a toda a América e a todo o Mundo, transformando-se numa tradição natalícia em Portugal.

Depois desta pequena viagem pela história da árvore de Natal, é o momento de chegarmos a Famalicão e ficar encantados com as iluminações de Natal que cobrem a nossa Cidade, transformando-a num colorido e enorme ‘postal’ de Natal a que julgo que nenhum famalicense ficará indiferente. Transmito a partir daqui os meus parabéns à Câmara Municipal pelas escolhas que fez, no âmbito das ‘iluminações e decorações’ de Natal, nas ruas e praças da Cidade.

‘Com as rotundas e ruas da Cidade iluminadas, Famalicão e o Mundo podem ser lugares de paz’

As iluminações de Natal sempre provocaram em mim alguma nostalgia e muito encantamento. Sou daqueles a quem as iluminações de Natal provocam um conjunto de sentimentos difíceis de explicar, mas que eu considero muito positivos.

Espaços que quotidianamente percorremos com indiferença tornam-se mágicos com as iluminações de Natal que nos levam a sonhar com a paz, a tranquilidade e a solidariedade infinitas, num abraço terno e imenso com as outras pessoas e com o Mundo inteiro.

É por isso que gosto de passar e passear, neste tempo de Natal, pelos jardins da Câmara Municipal de Famalicão, pela Praça 9 de Abril, pela Praça D. Maria II e pelas rotundas e ruas da Cidade que estão iluminadas e que nos fazem gritar interiormente que Famalicão e o Mundo podem ser lugares de paz, dando ainda mais sentido a este tempo de Natal!

‘Não há bela sem senão’

Como ‘não há bela sem senão’, alguns moradores da Freguesia de Calendário perguntam-me se encontro alguma explicação para justificar a interrupção das iluminações na Avenida 25 de Abril. A iluminação das árvores pára no sentido ascendente da avenida, quedando-se no Parque 1º de Maio, em vez de se estender até à Estação da CP. Não encontram explicação para isto!…

Outros não encontram explicação para a falta de iluminações de Natal na Avenida de França, na Rua de St. Fargeaux Ponthierry e na Rua Alberto Sampaio, ruas de muito comércio e circulação intensa. Pedem, por isso, à Junta de Famalicão e Calendário que seja mais exigente e reivindicativa.

Neste momento, o que desejo é tenham todos um Natal muito Feliz e que não se esqueçam das crianças, em especial daquelas que não têm iluminações de Natal, mas a iluminação das bombas, que não têm sequer um presente de Natal, daquelas que passam fome num tempo em que a felicidade é rainha, daquelas que são violentadas e sujeitadas à escravidão.

Lembrem-se delas e, se for possível, tenham com elas um gesto – por pequeno que seja – de solidariedade…

FELIZ NATAL PARA TODOS!

Fazer parte da História da Fundação e de Famalicão!…

1ª Página. Clique aqui e veja tudo o que temos para lhe oferecer.vila nova online - 1ª página - finanças - europa - prr - joão leão - primeiro pagamento

Concertos dão a escutar música de Natal na nova Praça de Famalicão

Mercado de Natal alegra Praça de Famalicão

A árvore e a iluminação de Natal estão de regresso a Famalicão

Imagem: MCM + MVNF (ed VN)

VILA NOVA, o seu diário digital. Conte connosco, nós contamos consigo.

Se chegou até aqui é porque provavelmente aprecia o trabalho que estamos a desenvolver.

VILA NOVA é cidadania e serviço público.

Diário digital generalista de âmbito regional, a VILA NOVA é gratuita para os leitores e sempre será.

No entanto, a VILA NOVA tem custos, entre os quais a manutenção e renovação de equipamento, despesas de representação, transportes e telecomunicações, alojamento de páginas na rede, taxas específicas da atividade.

Para lá disso, a VILA NOVA pretende produzir e distribuir cada vez mais e melhor informação, com independência e com a diversidade de opiniões própria de uma sociedade aberta.

Como contribuir e apoiar a VILA NOVA?

Se considera válido o trabalho realizado, não deixe de efetuar o seu simbólico contributo sob a forma de donativo através de mbway, netbanking, multibanco ou paypal.

MBWay: 919983484

NiB: 0065 0922 00017890002 91

IBAN: PT 50 0065 0922 00017890002 91

BIC/SWIFT: BESZ PT PL

Paypal: pedrocosta@vilanovaonline.pt

Obs: envie-nos os seus dados e na volta do correio receberá o respetivo recibo para efeitos fiscais ou outros.

Gratos pela sua colaboração.

Poder local e ambiente: o Rio Este em Braga

O Rio Este e as alterações climáticas em Braga

Publicidade | VILA NOVA: deixe aqui a sua Marca

Pub

Acerca do Autor

Mário Martins

Nasci na casa dos meus pais, em 1951, em Arnoso Santa Eulália, e por lá me fiz adolescente, jovem e homem. Da minha infância, guardo na memória as longas jornadas da escola primária, para onde íamos muitas vezes descalços e com frio, a professora Beatriz, tirana e hostil para as crianças que nunca fomos, os dias sem fim a guardar ovelhas que pastavam nos montes… No fim da “instrução primária”, fui para o seminário, a “via de recurso” para quem não tinha “posses” para estudar no ensino oficial. Por lá andei cinco anos, dois em Viana do Castelo e três em Braga, nos seminários da Congregação do Espírito Santo. Foram tempos felizes: rezava-se muito, estudava-se muito, jogava-se muito “à bola” e havia boa comida! Com muitos sacrifícios dos meus pais, “fiz” o 7º ano (hoje 12º), no Liceu Sá de Miranda, em Braga. No fim deste “ciclo” fui operário na Grundig, em Ferreiros, também do Concelho de Braga, durante um ano. Entretanto, com uma bolsa de estudo da Fundação Gulbenkian, entrei na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Ao fim de três anos, em janeiro de 74, fui para a “tropa”, primeiro em Mafra, depois em Lamego, nos “comandos”. Eu era pequenino e franzino, mas os campos e os montes de Arnoso Santa Eulália, tinham-me feito forte, ágil e robusto! Depois fui professor, a minha profissão, carreira que foi acontecendo, enquanto completava a licenciatura, interrompida pela “tropa”. Fui Chefe de Divisão da Educação e Ação Social e Diretor de Serviços (adjunto do presidente), na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, na Presidência de Agostinho Fernandes, “no tempo em que tudo aconteceu”. Fui também Diretor do Centro de Emprego, num tempo difícil, em que a “casa” estava sempre cheia de desempregados, e vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, primeiro eleito pelo MAF (Movimento Agostinho Fernandes) e depois pelo PS. Hoje sou bom marido, pai e avô. A vida já vai longa, mas continua a trazer com ela a necessidade de construir, pensar e fazer…

Comente este artigo

Only registered users can comment.