‘O “capital político” de Mário Passos, companheiro de viagem de Paulo Cunha, é um bem de valor incalculável e difícil de derrotar’

Mário Passos e Eduardo Oliveira: o duelo final está quase a chegar

Mário Passos e Eduardo Oliveira: o duelo final está quase a chegar

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1. Valor acrescentado…

Eduardo Oliveira, o candidato do Partido Socialista nas Eleições de 26 de setembro próximo, para Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, até pode nem vencer as referidas eleições, mas já é um vencedor. Isto até pode parecer contraditório, mas é mais uma contradição aparente do que real.

Eduardo Oliveira é daquelas pessoas que traz valor acrescentado à vida política local: é bem formado politicamente, é educado, é solidário, é empreendedor e transporta em permanência consigo um conjunto alargado de ideias novas que promete pôr em prática se ganhar as eleições.

Já disse aqui, por várias vezes, que pessoas como Eduardo Oliveira fazem falta à vida política local, naquilo que ela tem de mais genuíno, que é estar sempre próxima das pessoas nos bons e nos maus momentos, pensar e agir sem cessar para eliminar as bolsas de pobreza, e sobretudo a pobreza das crianças, proporcionar e conseguir para todos os cidadãos e para todos os munícipes, em suma, para as pessoas, acesso garantido a serviços de saúde de qualidade, a um ensino sério e qualificado, à cultura e ao bem-estar social.

Um bom Presidente de Câmara nunca pode dormir descansado se souber que uma criança do seu concelho está com fome, se um idoso é maltratado, se uma pessoa, qualquer que ela seja, está a ser vítima da solidão, da injustiça e da opressão. É por isso que o exercício do poder numa câmara municipal é exigente e desgastante.

Os dois modelos de governação que procuraram e conseguiram obedecer a estes requisitos atrás enunciados são, sem dúvida, protagonizados por Agostinho Fernandes e Paulo Cunha. São personalidades diferentes, mas complementares, no respeito e na submissão aos ideais do Poder Local Democrático, naquilo que ele tem a ver com a essência da vida das pessoas.

Costumo citar amiúde John Kennedy, que foi um presidente brilhante dos Estados Unidos da América, entre 1961 e 1963, o segundo mais jovem Presidente Americano, assassinado na Cidade de Dallas, num processo que ainda hoje envolve muito mistério.

Vou citá-lo de novo, a propósito de Eduardo Oliveira. Diz Kennedy que “chegou o momento de uma geração de líderes novos, homens que lidem com novos problemas e novas oportunidades”, homens capazes de enfrentar “os novos desafios de uma nova sociedade da era tecnológica”, homens “preparados para perceber perigos emergentes e novos”.

2. Um adversário temível…

Eduardo Oliveira é um novo e jovem líder, dotado das capacidades, da inteligência e das competências necessárias para enfrentar o futuro, na “ressaca” da pandemia de Covid-19 que nos oprime e nos oprimirá por muito tempo, não sempre, felizmente, com a mesma brutal intensidade. Enfermeiro de profissão no Hospital de Vila Nova de Famalicão, presta serviço num departamento – Obstetrícia – que é um dos melhores da Região Norte e do País. Um serviço onde trabalham pessoas competentes como Eduardo Oliveira tem que ser um bom serviço e um “serviço de ponta”. Penso que vale a pena ler as suas propostas para a área da saúde – uma área vital para os cidadãos – desde o novo hospital até aos médicos dentistas nos centros de saúde e a um serviço de psicologia e acompanhamento para todos os cidadãos.

Como disse anteriormente, em setembro, Eduardo Oliveira até pode ser um vencedor, mesmo que não ganhe as eleições autárquicas. Mário Passos, da Coligação Mais Ação. Mais Famalicão (PSD/PP), o outro candidato que disputa com Eduardo Oliveira estas eleições, não deixa de ser um adversário temível que herda de Paulo Cunha dois mandatos tranquilos, realizadores e transparentes, onde quase tudo fluiu com harmonia, num poder que esteve sempre próximo das pessoas e dos seus problemas. Este “capital político” de Mário Passos, companheiro de viagem de Paulo Cunha, é um bem de valor incalculável e difícil de derrotar. Além disso, Mário Passos tem também boas ideias e capacidade de iniciativa, sendo justo destacar aqui o propósito de fazer de Vila Nova de Famalicão “Capital Europeia do Desporto”, num dos anos próximos. Seria um grande feito.

Só que Mário Passos não é Paulo Cunha e não me parece que a cópia seja melhor que o original! Só o tempo o dirá, embora Mário Passos seja muito respeitado por todos os presidentes de junta e pelos dirigentes do movimento associativo concelhio. Isso também é fruto de um grande trabalho desenvolvido nestes domínios.

3. Obras assassinas?…

Estamos assim em presença de dois candidatos fortes, mas com diferenças assinaláveis, na carreira, na idade, na formação, nas competências e no saber, dois candidatos que se respeitam, que não entram em intrigas e que não se têm agredido pela via da mentira e pela corrosão do boato.

Há um fator importante que pode impelir a balança eleitoral para o lado de Eduardo Oliveira. As obras municipais revelam-se, às vezes, fulminantes assassinos eleitorais, matando muitas ambições políticas legítimas. As obras que estão a decorrer em toda a cidade e que decorrerão ainda no dia 26 de setembro, dia das eleições autárquicas, podem ser fatais para Mário Passos. As pessoas estão “fartas” do pó, dos embaraços e dos transtornos que elas estão a causar. Pouco se importam com candidaturas, com concursos e toda a “teia burocrática” que envolve obras desta dimensão. Querem é que tudo seja feito muito rapidamente e sem transtornos para a sua vida, quer andem de carro quer andem a pé. Eu, pessoalmente, que nada percebo de obras, também noto estes efeitos e, sobretudo, tenho em mente a irritação das pessoas.

Não é por isso de estranhar que Paulo Cunha tenha pedido aos Famalicenses, sobretudo aos habitantes da cidade, muita paciência com as obras em curso, prometendo para breve, para todos, uma cidade melhor e uma cidade mais apetecível para as pessoas.

Ele sabe do que fala!

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About Author

Mário Martins

Nasci na casa dos meus pais, em 1951, em Arnoso Santa Eulália, e por lá me fiz adolescente, jovem e homem. Da minha infância, guardo na memória as longas jornadas da escola primária, para onde íamos muitas vezes descalços e com frio, a professora Beatriz, tirana e hostil para as crianças que nunca fomos, os dias sem fim a guardar ovelhas que pastavam nos montes… No fim da “instrução primária”, fui para o seminário, a “via de recurso” para quem não tinha “posses” para estudar no ensino oficial. Por lá andei cinco anos, dois em Viana do Castelo e três em Braga, nos seminários da Congregação do Espírito Santo. Foram tempos felizes: rezava-se muito, estudava-se muito, jogava-se muito “à bola” e havia boa comida! Com muitos sacrifícios dos meus pais, “fiz” o 7º ano (hoje 12º), no Liceu Sá de Miranda, em Braga. No fim deste “ciclo” fui operário na Grundig, em Ferreiros, também do Concelho de Braga, durante um ano. Entretanto, com uma bolsa de estudo da Fundação Gulbenkian, entrei na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Ao fim de três anos, em janeiro de 74, fui para a “tropa”, primeiro em Mafra, depois em Lamego, nos “comandos”. Eu era pequenino e franzino, mas os campos e os montes de Arnoso Santa Eulália, tinham-me feito forte, ágil e robusto! Depois fui professor, a minha profissão, carreira que foi acontecendo, enquanto completava a licenciatura, interrompida pela “tropa”. Fui Chefe de Divisão da Educação e Ação Social e Diretor de Serviços (adjunto do presidente), na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, na Presidência de Agostinho Fernandes, “no tempo em que tudo aconteceu”. Fui também Diretor do Centro de Emprego, num tempo difícil, em que a “casa” estava sempre cheia de desempregados, e vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, primeiro eleito pelo MAF (Movimento Agostinho Fernandes) e depois pelo PS. Hoje sou bom marido, pai e avô. A vida já vai longa, mas continua a trazer com ela a necessidade de construir, pensar e fazer…

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