‘Torre de Babel’ musical pôs a plateia a bater o pé, a mexer o corpo e a dançar nas filas traseiras…’

Ayom cantaram e encantaram no Ciclo TERRA de Guimarães

Ayom cantaram e encantaram no Ciclo TERRA de Guimarães

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Ayom é um combo praticamente desconhecido para a grande maioria, mesmo entre aqueles que se deslocaram ao CIAJG, em Guimarães, esta sexta-feira, 16 de Julho, para mais uma etapa de novo CICLO TERRA, organizado pela Capivara Azul. Ayom é o nome do projecto musical que reúne, em Portugal, artistas de Angola, Brasil, Itália e Grécia que apresentarou em palco as mais diversas sonoridades de músicas do mundo, entre ritmos brasileiros, argentinos, europeus e africanos.

Cantaram e encantaram estes AYOM, pondo a plateia a bater o pé, a mexer o corpo e a dançar nas filas traseiras…

Os Ayom são uma banda multicultural, liderada pela vocalista brasileira Jabu Morales e que se formou entre Lisboa e Barcelona para criar música com a sonoridade do Atlântico tropical, negro e mestiço, onde, entre outros, faz vibrar ritmos como o carimbó, cumbia, baião, semba, coladeira, funaná, ijexá e guaguanco. Para lá de Jabu Morales na voz, nas letras e na percussão, p colectivo é formado por Timoteo Grignani e Walter Martins nas percussões e voz, Alberto Becucci no acordeon, Ricardo Quinteira na guitarra e Francesco Valente no baixo.

A excelência do trabalho desenvolvido tem sido já merecedor de reconhecimento internacional. O homónimo álbum de estreia “Ayom”, cantado em português, foi considerado como um dos 10 melhores discos de world music a nível mundial, em 2020, pela revista Songlines e pela rede internacional de críticos musicais Transglobal World Chart.

Os Ayom são, por isso, considerados ‘marinheiros musicais’ que atravessam o Atlântico Negro do Brasil a Angola e Cabo Verde com uma identidade distintamente mediterrânea.

“O som deles é uma mistura de sons brasileiros, tropicais, afrolatinos e afrolusitanos tocados com swing irresistível, como o sol tropical penetrando nas nuvens cinzentas”, referindo-se o seu nome, Ayom, ao “Senhor da Música” que na mitologia afrobrasileira (candomblé) existe no tambor e ensinava os humanos a tocar e cantar. Combinando tradições centenárias com a linguagem negra e rítmica das culturas lusófonas, Ayom oferece uma viagem espiritual e rápida pela diáspora africana.

Assim, a musicalidade dos Ayom floresce nómada, profunda, provocadora e dançante, coexistindo tradição e contaminação, masculino e feminino, poesia e energia, alegria e engajamento.

A TERRA MEXE; e é segura. Que a saga destes ciclos continue!

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Categorias: Cultura, Guimarães, Música

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