‘É aí que os homens dignos se encontram, bandeiras de esperança, / a cumprir o seu destino e se superam’

É nas encruzilhadas que se travam as batalhas

É nas encruzilhadas que se travam as batalhas

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1

É nas encruzilhadas que se travam as batalhas

– grandes e pequenas – e se acende a chama.

É nas encruzilhadas que se ateia o fogo,

Se temperam espadas e se incendeiam almas.

É nas encruzilhadas que se terçam armas

E com honra e de pé se combate e ganha.

 

2

É nas encruzilhadas que se combate a fome,

se afasta o medo, se vence a opressão.

É nas encruzilhadas que a coragem se alevanta,

se semeia o pão e a liberdade.

É nas encruzilhadas que se trava a guerra,

se combate a guerra e se constrói a paz.

 

3

Pelos caminhos infestados da paz podre

andam os alarves, os covardes, os traidores

e os escravos disfarçados de senhores.

Fazem leis dolosas, e destroem provas.

E, não sendo ninguém, são o que for preciso,

Protegendo o crime hipócrita e representativo.

 

4

Mas de encruzilhada em encruzilhada vamos

sem temer a necrófila estupidez insana

que desumaniza e envenena o mais sagrado

na vida e na terra. É aí que os homens dignos

se encontram, bandeiras de esperança,

a cumprir o seu destino e se superam.

E nem a morte os impede de cantar amor à liberdade.

 

5

É nas encruzilhadas que se travam as batalhas

– grandes ou pequenas -, e se acende a chama.

É nas encruzilhadas que se ateia o fogo,

Se temperam espadas, se incendeia a alma.

É nas encruzilhadas que se terçam armas,

Com honra, e de pé, se combate e se ganha.


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Obs: poema previamente publicado na página facebook de António Mota.

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Categorias: Cultura, Poesia

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