‘Quando não, o poema continua adormecido, ou até mesmo envolvido em mortalha de papel’

É sempre o leitor que escreve os versos invisíveis do sentido

É sempre o leitor que escreve os versos invisíveis do sentido

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1.
A verdade pode ser dita, porque quem sabe, já sabe; e quem não, não acredita.

2.
As palavras, num poema, nem precisam ter sentido. Basta que tenham o ritmo e a dança da alegria e da tristeza, e tenham o movimento da mó, onde o pensamento e o sentimento se encontram.

3.
Depois é uma questão de condimento, de profundidade e apuro que só o leitor maduro poderá escolher ou não, paciente e sabedor.

4.
É como se o poema ficasse incompleto e suspenso à espera que o leitor veja os versos finais invisíveis do sentido.

5.
Quando tal, o leitor é o poeta que dá vida ao poema já escrito que esperava. Quando não, o poema continua adormecido, ou até mesmo envolvido em mortalha de papel.

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Categorias: Cultura, Poesia

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António Mota

Professor. Braga.

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