Domingos Bragança destaca intervenção social vimaranense na defesa dos direitos e proteção das crianças e jovens

Laço Azul em Guimarães lembra Prevenção dos Maus Tratos na Infância

Laço Azul em Guimarães lembra Prevenção dos Maus Tratos na Infância

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Esta segunda-feira Guimarães colocou um laço azul na fachada do edifício-sede da Câmara Municipal, o antigo Convento de Santa Clara, feito pelos jovens do projeto de inovação social da CERCIGUI – I9 com a Diferença -, com o objetivo de sensibilizar a população para esta temática e para a prevenção e sinalização de situações de maus-tratos às crianças, cujo slogan é “Serei o que me deres… que seja AMOR”, apelando à participação de todos. Foi esta a forma que a Câmara Municipal vimaranense e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Guimarães (CPCJ) encontraram para se associarem à iniciativa Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância.

Domingos Bragança destacou a intervenção social efetuada no dia-a-dia no território de Guimarães. “A prevenção dos maus tratos nas crianças é todos os dias e com esta situação da pandemia as dificuldades são maiores. É fundamental estarmos sempre em alerta, numa relação de proximidade com as instituições e as pessoas, garantindo um ambiente seguro e de confiança para as nossas crianças”, apontou o presidente da Câmara de Guimarães. Domingos Bragança reportou alguns dos projetos que estão no terreno em cooperação com outras instituições, com referência para o ProChild Colab, numa estratégia nacional com universidades do país, para uma intervenção multidisciplinar, diversificada e integrada, complementando com a ação de rastreio à saúde mental das crianças.

A presidente da CPCJ, Marta Pinto, apelou ao “envolvimento da comunidade, porque todos são importantes nesta luta pelo bem-estar das crianças e jovens”, agradecendo ainda a colaboração do Município de Guimarães e Cercigui.

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon Campaign) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro. A história que Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que a interpelaram foi trágica, contando os episódios de maus-tratos à sua neta. O seu neto já tinha sido morto por maus tratos, de forma brutal.

E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um alerta constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus tratos.

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Imagens: 0. CERCIGUI, 1. M GMR

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