Setores do vestuário, têxtil-lar, calçado e acessórios entre os grandes beneficiários da inovação do novo centro de digitalização para a indústria portuguesa

sampLess inova e revoluciona criação de amostras

sampLess inova e revoluciona criação de amostras

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O sampLess surgiu, no Porto, no início de 2021, e chegou com uma inovação que revoluciona a criação de amostras na indústria têxtil. Mas esta não é a única indústria beneficiada: o sector do calçado e de acessórios também ficam a ganhar com a mudança conseguida através da digitalização de processos.

O sampLess é o primeiro centro de prototipagem digital vocacionado para o sector da moda e dos têxteis. O projecto, que conta com a Impetus entre os seus primeiros clientes, funciona a partir do Porto e pretende revolucionar a forma como as têxteis portuguesas criam amostras, tornando o processo totalmente digital. Mais rápido e com menor desperdício, promete acelerar o desenvolvimento de novos produtos e acabar com os custos e o impacto ambiental da produção e envio de amostras físicas.

O centro, que está otimizado para a prototipagem de vestuário, têxteis-lar, calçado e acessórios, conjuga três serviços: scanning, renderização e modelação 3D.  “O processo é muito similar à produção física. O primeiro passo é a digitalização dos tecidos, ou seja, a conversão de uma amostra física numa amostra digital, através de scanning. Depois, a partir dos moldes de cada peça de vestuário, compomos o modelo 3D. Por fim aplicamos os materiais nesse modelo e renderizamos para obter o protótipo final”, explica Paulo Salgado, fundador da sampLess. O serviço da sampLess eleva, assim, o patamar de digitalização dos têxteis portugueses.

Este protótipo pode depois ser partilhado com a equipa comercial, com clientes ou com qualquer parceiro, deixando de ser necessário produzir amostras físicas e enviá-las. “Para além de evitar o desperdício, este protótipo digital é depois costumizável, podemos mudar a cor ou o padrão, sem ter de produzir nada”, salienta o responsável do projecto. “Numa última fase, uma empresa pode até apresentar um produto sem o produzir”, antevê. Exemplificando: a empresa possui uma peça de cor preta, mas quer testar se a mesma peça na cor vermelha seria mais vendável. Pode colocá-la no site, perceber o feedback dos clientes ou do público, e só depois iniciar a produção em função da procura.

O objetivo da sampLess passa por generalizar o uso desta tecnologia, tornando-a acessível a empresas de qualquer dimensão, uma vez que a tecnologia já não é nova e ao longo dos últimos anos tem vindo a ser  integrada na indústria têxtil. “A nossa missão é um pouco evangelizar este know-how em toda a indústria, porque as tecnologias atuais tornam-se por vezes demasiados pesadas para algumas empresas as internalizarem. Com este serviço, todos podem ir a jogo nesta nova vaga do digital fashion”, explica Paulo Salgado.

O centro, que começou a trabalhar no início deste ano, já foi responsável pela apresentação de algumas das peças da Impetus (modelo da imagem) na última ISPO Munich Online. Os clientes despertam para esta tecnologia sobretudo pela eficiência dos processos, mas também têm em conta a questão ambiental. “As marcas que assumem a sustentabilidade como um dos seus critérios estão mais conscientes desta tecnologia, porque se reduz muito o desperdício. Com esta tecnologia, podemos diminuir em 70% as amostras criadas, as quais muitas vezes acabam no lixo”, lembra o fundador da sampLess.

Para além dos serviços de digitalização, a sampLess está a introduzir também em Portugal a tecnologia norte-americana Swatchbook, uma biblioteca digital, que promete servir de marketplace para os produtores que já têm a prototipagem digital integrada. “Funciona como uma livraria, mas é totalmente dinâmica, permitindo a fornecedores e clientes começarem a testar materiais e construírem protótipos dentro da própria plataforma”.

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