Francisco Magalhães Barreiro: dar as mãos à má sorte

Francisco Magalhães Barreiro: dar as mãos à má sorte

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Francisco Magalhães Barreiro nasceu em 21 de Junho de 1960, na freguesia de Massarelos, no Porto, e vive atualmente em Calendário, Vila Nova de Famalicão. É casado e pai de uma filha.

Tendo-se mudado para Vila Nova de Famalicão, foi aqui que frequentou o ensino básico, entre os anos de 1966 a 1969, na Escola Primária de S. Miguel-O-Anjo, em Calendário.

Em Outubro de 1969 foi para S. Tomé e Príncipe, acompanhando o pai que era militar da GNR, onde completou o ensino básico e frequentou o ensino secundário até ao 7ºano, regressando em Outubro de 1973. Nesse mesmo ano entrou na Escola Industrial e Comercial de Vila Nova de Famalicão onde concluiu, em 1977, o Curso Geral de Eletricidade.

Começou a trabalhar de imediato na área da reparação de eletrodomésticos e posteriormente na manutenção industrial.

Em simultâneo com a atividade profissional, matriculou-se, em 1991, na Escola Secundária Carlos Amarante, em Braga, tendo concluído em 1997, o curso de Agente Técnico de Arquitetura e Engenharia.

Em Dezembro de 1997, ingressou nos serviços de Urbanismo e Habitação da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, exercendo funções na área fiscalização de obras particulares.

Prosseguindo os seus estudos, no ano 2000 matriculou-se, enquanto trabalhador-estudante, na Universidade Lusíada, polo de Vila Nova de Famalicão, onde se licenciou em Arquitetura no ano 2005.

Desde essa data iniciou a sua atividade na área de projecto de arquitetura e engenharia, registando atualmente várias intervenções de relevo.

Na procura de aperfeiçoar conhecimentos técnicos e científicos, no ano de 2016, matriculou-se ainda na Universidade Fernando Pessoa, onde conclui a licenciatura em Engenharia Civil, em Setembro de 2019.

No âmbito da sua atividade política, de 2005 a 2013 desempenhou funções autárquicas como membro da Assembleia de Freguesia de Calendário.

Atualmente é membro da direção da Associação-Dar-as-Mãos, onde desempenha o cargo de Secretário.

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Questionário de Proust

1. Qual é para si o cúmulo da miséria moral?

O uso constante da mentira, que se torna banal como ferramenta de manipulação.

2. O seu ideal de felicidade terrestre?

Paz e Harmonia no Mundo inteiro.

3. Que culpas, a seu ver, requerem mais indulgência?

Aquelas que de alguma forma podemos considerar como não pensadas.

4. E menos indulgência?

As intencionais.

5. Qual a sua personagem histórica favorita?

Leonard da Vinci pela quantidade de talentos.

6. E as heroínas mais admiráveis da vida real?

São tantas e por vezes estão tão perto de nós, com gestos, atitudes, comportamentos de autênticas heroínas e mantendo-se no anonimato.

7. A sua heroína preferida na ficção?

A Princesa Leia, da serie Star Wars, que vi na adolescência e não só.

8. O seu pintor favorito?

Salvador Dali.

9. O seu músico favorito?

Vários, gosto muito de música, não tivesse eu feito parte de um grupo musical.

10. Que qualidade mais aprecia no homem?

O homem íntegro, o que comporta várias qualidades.

11. Que qualidade prefere na mulher?

A feminilidade e aquela sensibilidade, que não consigo explicar.

12. A sua ocupação favorita?

Quem me conhece sabe que não passo sem uma boa bricolage, seja ela em que área for.

13. Quem gostaria de ter sido?

Sem ser narcisista, com o passar dos anos e olhando um pouco para trás, gosto de ser quem sou.

14. O principal atributo do seu carácter?

Uma pergunta a fazer aos amigos e a quem lida comigo.

15. Que mais apetece aos amigos?

A lealdade e honestidade.

16. O seu principal defeito?

A teimosia sem dúvida.

17. O seu sonho de felicidade?

Estar com a família e amigos, com saúde e desfrutar a vida na sua plenitude.

18. Qual a maior das desgraças?

As barbaridades que o ser humano é capaz de cometer.

19. Que profissão, que não fosse a de escritor, gostaria de ter exercido?

Ser médico.

20. Que cor prefere?

O Azul, mas convivo bem com outras cores.

21. A flor que mais gosta?

Rosas, nas suas variantes e cores.

22. O pássaro que lhe merece mais simpatia?

O pintassilgo. Uma atração desde miúdo, acho maravilhoso o seu colorido.

23. Os seus ficcionistas preferidos?

António Lobo Antunes, José Saramago, Sophia de Mello Breyner.

24. Poetas preferidos?

Manuel Maria de Barbosa du Bocage, Almeida Garrett, Fernando Pessoa.

25. O seu herói?

Tenho uma admiração especial pelo Salgueiro Maia. Era miúdo quando se deu o 25 de Abril, o facto de ser ele o rosto da revolução e a forma como a conduziu, levam-me a considerá-lo um herói.

26. Os seus heróis da vida real?

O meu pai e a minha mãe, pelo facto de terem contornado a vida a que supostamente estariam predestinados.

27. As suas heroínas da história?

Gosto particularmente das que me deram a conhecer na escola primária, Maria da Fonte, Padeira de Aljubarrota e Rainha Santa Isabel.

28. Que mais detesta no homem?

A capacidade imensa de praticar o mal.

29. Caracteres históricos que mais abomina?

Todos os que geram ódios, conflitos desnecessários e levam a movimentos radicais.

30. Que facto, do ponto de vista guerreiro, mais admira?

O desembarque da Normandia.

31. A reforma política que mais ambiciona no mundo?

Uma reforma política de modo a que todos possam viver com a dignidade humana a que têm direito.

32. O dom natural que mais gostaria de possuir?

Tocar viola de forma excelente.

33. Como desejaria morrer?

Sem sofrimento e em paz.

34. Estado presente do seu espírito?

Muito sereno e bastante otimista.

35. A sua divisa?

A sorte dá imenso trabalho.

36. Qual é o maior problema em aberto do concelho?

É necessário que os bens e serviços públicos facultados a todos os munícipes atinjam patamares de qualidade e igualdade, de modo a quebrar assimetrias, para que todos possamos usufruir deles de forma semelhante, sem aquele estigma entre a centralidade e a periferia.

37. Qual a área de problemas que se podem considerar satisfatoriamente resolvidos no território municipal?

O acesso à saúde, educação, a área social e acessibilidades, estão satisfatoriamente resolvidos, mas ainda nos falta um passo de gigante, para atingir níveis de outras sociedades.

38. Que obra importante está ainda em falta entre nós?

Não se pode dizer que está em falta uma obra importante, como essa obra pudesse alterar tudo, marcar a diferença e abranger a totalidade da população, existe sim, um conjunto de obras nas diferentes áreas que podem ser efetuadas e melhoradas.

39. De que mais se orgulha no seu concelho?

A sua afirmação a nível regional e nacional. As pessoas são hospitaleiras, empreendedoras, não baixam os braços nas adversidades e acima de tudo têm uma disponibilidade social assinalável. Orgulho de ser famalicense.

40. Qual é o livro mais importante do mundo para si?

Como católico, não poderia deixar de mencionar a Bíblia.

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Categorias: Comunidade, Famalicão

Acerca do Autor

Agostinho Fernandes

Agostinho Peixoto Fernandes nasceu em Joane, em 1942. Após a instrução primária, ingressou na austera Ordem do Carmo, em Viana do Castelo, tendo terminado a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Como professor do ensino Secundário ocupou, a partir de 1974, vários cargos de gestão em estabelecimentos de ensino. Entre 1980 e 1982 foi vereador da Cultura, pelo Partido Socialista, na Câmara Municipal de Famalicão, sendo Presidente Antero Martins do PSD, onde alicerçou uma política inovadora nesta área. Promoveu os Encontros Municipais e de Formação Autárquica, fundou o Boletim Cultural. Dinamizou o movimento associativo local. Em 1983 foi eleito presidente da Câmara de Famalicão, cargo que ocupou até 2001. O seu trabalho de autarca a favor da educação, ensino e acção social (foi um dos primeiros autarcas do país a criar no seu concelho uma rede pública de infantários) foi reconhecido em 1993 pela UNICEF, que o declarou “Presidente da Câmara Amigo das Crianças”. Ao longo dos seus sucessivos mandatos – que se estenderam por um período de quase 20 anos – o concelho transfigurou-se. A ele se deve a implantação de importantes infra-estruturas como o Citeve, Matadouro Central, Universidade Lusíada, Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, Biblioteca Municipal, Artave, Centro Coordenador de Transportes, Casa das Artes, Museu da Indústria Têxtil e piscinas municipais. Também tomou decisões polémicas, como a urbanização da parte dos terrenos de Sinçães, a instalação de grandes e médias superfícies comerciais à entrada da cidade e a demolição do Cine-Teatro Augusto Correia. Foi um dos fundadores da Associação de Municípios do Vale do Ave, tendo, neste âmbito, enfrentando a maior contestação popular dos seus mandatos com a construção da ETRSU de Riba de Ave. É sócio de inúmeras associações cívicas, culturais e de solidariedade social e foi mandatário concelhio de Mário Soares e Jorge Sampaio (1º mandato) nas suas campanhas à Presidência da República.

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