‘Nestor’, ‘Bustarenga’, ‘Nha Mila’ e ‘O Cordeiro de Deus’ em sessão para encher os olhos celebrando o cinema

Cineclube | N’ ‘O Dia Mais Curto’ a grande festa da curta-metragem acontece em Famalicão

Cineclube | N’ ‘O Dia Mais Curto’ a grande festa da curta-metragem acontece em Famalicão

Pub

 

 

O dia mais curto do ano, 21 de dezembro, anuncia a chegada do Inverno. Em Famalicão, e um pouco por todo o mundo, este dia, por sinal uma segunda-feira, anuncia também a grande festa do cinema de curta-metragem –  ‘O Dia Mais Curto’ – e o encerrar da programação de 2020 pelo Cineclube de Joane. A sessão decorre na Casa das Artes.

Sendo o cinema, desde a sua génese, composto por imagens em movimento reproduzidas através da luz e sombra, resgataram-se as tais tradições ancestrais para celebrar, n’ O Dia Mais Curto do ano, o formato curta-metragem, o formato mais criativo e inovador do Cinema.

França, local de nascimento

A ideia, teve origem em França, em 2011, e rapidamente alcançou uma ampla dimensão internacional. Atualmente, O Dia Mais Curto é comemorado em todo o mundo com milhares de sessões de cinema e ainda muitos mais espectadores.

Portugal, edição nº 008

Em Portugal, assinala-se a oitava edição de um evento que é já uma tradição cinéfila. O Dia Mais Curto é  organizado pela Agência da Curta Metragem que assegurará que a festa percorra mais uma vez o país de norte a sul, passando também pelos arquipélagos, e Centros de Língua Portuguesa no estrangeiro, Embaixadas e Consulados de Portugal em todo o mundo.

Serão exibidas uma seleção de curtas-metragens nacionais e internacionais, para adultos e crianças, nos mais variados locais de projeção, sejam eles cinemas, bibliotecas, museus, televisões, piscinas, transportes públicos, e outros mais onde a imaginação o possa permitir acontecer.

O ‘Dia Mais Curto’ em Famalicão

Muito mais do que novas, estas curtas metragens são pérolas da produção nacional e têm corrido o país e o mundo, de festival em festival, maravilhando as suas audiências. A seleção inclui “Nestor”, “Bustarenga”, “Nha Mila” e “O Cordeiro de Deus”, obras que extraem da realidade a imaginação ficcionada e animada. Não perca a oportunidade de conhecer os mais recentes e consagrados talentos portugueses, numa seleção que promete a todos encantar.

Nestor

de João Gonzalez (Portugal / Reino Unido, 2019, animação, 6 min)

Nestor, um homem com vários comportamentos obsessivo-compulsivos, vive num barco-casa instável que nunca para de oscilar.

Bustarenga

de Ana Maria Gomes (Portugal / França, 2019, documentário, 30 min)

Como acontece em todos os verões desde que nasceu, Ana vai a Bustarenga, uma pequena aldeia situada na montanha, no interior de Portugal. Aos 36 anos, esta parisiense de origem portuguesa ainda é solteira. Os habitantes da aldeia, preocupados com o seu futuro, fazem-na compreender que o tempo urge. Ana vai ouvir os conselhos e os avisos dos moradores para encontrar o príncipe encantado segundo os preceitos da aldeia.

Nha Mila

de Denise Fernandes (Portugal / Suíça, 2020, ficção, 19 min)

Depois de 14 anos longe da sua terra natal, Salomé viaja para a Ilha de Santiago, Cabo-Verde, para ver o seu irmão cuja vida está presa por um fio. Faz escala no aeroporto de Lisboa, onde Águeda, empregada de limpeza, a reconhece como “Mila”, sua velha amiga de infância. Águeda convida-a a passar as horas de escala em sua casa, com as mulheres da sua família. Enquanto Salomé luta para desmagnetizar a dolorosa ligação com a sua terra, o espírito do bairro devolve-a à essência à qual ela pertence.

O Cordeiro de Deus

de David Pinheiro Vicente (Portugal / França, 2020, ficção, 15 min)

O novo filme de David Pinheiro Vicente centra-se no sacrifício ritualístico de um cordeiro, oferecido por uma família para a festa da aldeia, e dedica-se às consequências deste ato e à forma como os diferentes elementos desta família se relacionam com o mundo à sua volta.

**

*

VILA NOVA, o seu diário digital

Se chegou até aqui é porque provavelmente aprecia o trabalho que estamos a desenvolver.

Vila Nova é cidadania e serviço público.

Diário digital generalista de âmbito regional, a Vila Nova é gratuita para os leitores e sempre será.

No entanto, a Vila Nova tem custos, entre os quais a manutenção e renovação de equipamento, despesas de representação, transportes e telecomunicações, alojamento de páginas na rede, taxas específicas da atividade.

Para lá disso, a Vila Nova pretende produzir e distribuir cada vez mais e melhor informação, com independência e com a diversidade de opiniões própria de uma sociedade aberta.

Como contribuir e apoiar a VILA NOVA?

Se considera válido o trabalho realizado, não deixe de efetuar o seu simbólico contributo sob a forma de donativo através de netbanking ou multibanco (preferencial), mbway ou paypal.

NiB: 0065 0922 00017890002 91

IBAN: PT 50 0065 0922 00017890002 91

BIC/SWIFT: BESZ PT PL

MBWay: 919983484

Paypal: pedrocosta@vilanovaonline.pt

*

Pub

Categorias: Agenda, Cultura

About Author

Write a Comment

Only registered users can comment.