Contextile volta a apresentar em 2020 o que melhor se faz ao nível da Arte Têxtil Contemporânea, em Portugal e no mundo

Têxtil | Residências Artísticas antecipam a Bienal da Arte Têxtil Contemporânea de Guimarães

Têxtil | Residências Artísticas antecipam a Bienal da Arte Têxtil Contemporânea de Guimarães

 

 

Na contagem decrescente para a inauguração da Contextile 2020 – Bienal de Arte Têxtil Contemporânea, que se realiza de 5 de setembro a 25 de outubro, em Guimarães, prosseguem as Residências Artísticas no Convento de Santo António dos Capuchos (antigo hospital da cidade), como que projetando o que melhor se faz ao nível da Arte Têxtil Contemporânea, em Portugal e no mundo. 

Julia Gryboś e Barbora Zentková (República Checa, em parceria com a plataforma Magic Carpets), Mylene Boisvert e Michèle Lorrain (Canadá, em parceria com a Bienal Internacionale du lin de Portneuf, Québec), Magdalena Kleszyńska (Polónia) e as portuguesas Angelina Nogueira, Patrícia Geraldes e Paulina Almeida foram as artistas convidadas para a realização destas residências, tendo sido desafiadas para a conceção de projetos e produção de obras artísticas em site specific, dando assim expressão à estratégia de cooperação e aproximação entre artistas nacionais e internacionais, a Indústria Têxtil, a comunidade, e a arte têxtil contemporânea.

Exposição Internacional com 59 obras de 50 artistas de 29 países

Esta é uma das muitas propostas que nos oferece a Contextile, que nesta 5ª edição selecionou para a sua Exposição Internacional, a inaugurar também a 5 de setembro, 59 obras de 50 artistas de 29 países – Portugal, vários países europeus e asiáticos, da América do Norte e do Sul –, de um total de 870 artistas de 65 países que responderam à OpenCall com cerca de 1150 obras de arte, tendo por referência o conceito temático: ‘Lugares de Memória’. 

Para além da Exposição Internacional, esta Bienal de Arte Têxtil Contemporânea também convidou os artistas Magda Soboń (Polónia) e Stephen Schofield (Quebec, Canadá), com expressão artística relevante na área do têxtil, a exporem em diferentes locais da cidade, tendo também a temática ‘Lugares de Memória’ por referência.  

Paralelamente, a Bienal promove as Textile Talks para o enquadramento do têxtil no contexto da arte contemporânea. De forma livre, projetos e obras artísticas apresentam-se e discutem-se no âmbito desta iniciativa, que nesta edição, face aos condicionalismos ditados pela pandemia, são preferencialmente presenciais ou recorrendo a plataformas virtuais. 

Por tudo isto, contemplem nas vossas agendas, a 5 de setembro, a inauguração da Contextile 2020, dia em que também serão conhecidos os Prémio de Aquisição e as Menções Honrosas desta Bienal de Arte Têxtil Contemporânea, que mais uma vez ocupará os vários espaços culturais e áreas públicas da cidade, entrelaçando a tradição e inovação no têxtil com a cultura e a criatividade, sublinhando a importante marca identitária que tem deixado desde 2012, aquando da Capital Europeia da Cultura, e projetando Guimarães como Território de Cultura Têxtil. 

A Contextile 2020 conta com a parceria institucional do Município de Guimarães e o apoio da DGArtes | Ministério da Cultura, aos quais se juntam, entre outras, as parcerias com a ATP – Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal, ASM – Associação Selectiva Moda, entre outras empresas têxteis da região, que representam o tecido empresarial têxtil e para a qual a Contextile é a sua razão de ser. 

 

Fonte: Contextile; Imagens: (0) Contextile, (1) Julia Gryboś e Barbora Zentková

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