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Luís Diamantino: Defender a educação é promover a ascensão social e a democracia

Ensino | Póvoa de Varzim conclui ‘Percursos de Cidadania’ com entrega de diplomas

Ensino | Póvoa de Varzim conclui ‘Percursos de Cidadania’ com entrega de diplomas

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Na manhã desta sexta-feira, 3 de julho, decorreu a cerimónia de encerramento das Oficinas de Literacia dos Percursos de Cidadania da Póvoa de Varzim.

Este projeto, implementado pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim em parceria com a Associação Portuguesa de Educação e Formação de Adultos (APEFA), com o Instituto de Educação e Formação Profissional (IEFP), com a Cruz Vermelha Portuguesa e com o programa Qualifica da Escola Secundária Rocha Peixoto, tem como finalidade erradicar o analfabetismo e promover a literacia entre os adultos. Tal como tantos outros cursos e formações, também a Oficina de Literacia teve que se ajustar à nova realidade de distanciamento social para continuar a trabalhar com todos os participantes. Por isso, foi através do ensino à distância que os formandos alcançaram, com sucesso, o Certificado de Qualificação.

A cerimónia decorreu no Auditório Municipal e contou com a presença de Luís Diamantino, o Vice-Presidente da Câmara Municipal, António Leite, o Vice-Presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), e de Armando Loureiro, Presidente da APEFA.

Educação e Democracia de mãos dadas

Na ocasião, Luís Diamantino vincou que somente através da educação e formação ao longo da vida é possível um cidadão ascender socialmente. “Antes do 25 de Abril era impensável alguém ir mais além se não tivesse estatuto económico. A democracia veio trazer-nos a possibilidade de trabalharmos para alcançarmos os nossos sonhos. É importante fazermos sempre mais e melhor. Ocupo este cargo porque acredito que sou capaz de fazer amanhã ainda mais e melhor do que fiz hoje. No entanto, somos sempre melhores quando temos equipas à nossa volta”.

António Leite sublinhou que a democracia é defendida quando protegemos a educação, o ensino e a cultura. “O ato de votar é a base da democracia. Mas não é suficiente. Um projeto como este é absolutamente essencial. Para que cada um dos cidadãos portugueses consigam ler e saibam interpretar o que leem e possam formar opiniões próprias. A pandemia veio tornar claras as diferenças sociais e o estudo em casa demonstrou a exclusão a que inúmeras pessoas estão sujeitas. Casas sem condições para o estudo, sem computadores, sem ligação à Internet, sem privacidade. O IEFP tentou, por isso, defender a democracia e a inclusão social através de mais uma Oficina que pretende dar poder aos cidadãos”.

Armando Loureiro explicou que foi concretizado um sonho pelos formandos, resultado de um esforço conjunto entre entidades copromotoras do projeto Percursos de Cidadania da Póvoa de Varzim. O Presidente da APEFA sublinhou que “os recursos de comunicação são diversos de acordo com as disponibilidades dos adultos, contornando os obstáculos para manter a proximidade, a confiança, o acompanhamento e a empatia criada nas Oficinas. A equipa pedagógica de acompanhamento do projeto utilizou as tecnologias de informação e revisitou processos de comunicação tradicionais, de acordo com os recursos disponíveis dos adultos inscritos”.

Fonte e Imagens: Município da Póvoa de Varzim

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