Portugal continua um dos países mais seguros do mundo

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No final do Conselho Superior de Segurança Interna, ocorrido esta terça-feira, destinado a aprovar o Relatório Anual de Segurança Interna de 2019 (RASI),o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, afirmou que, em Portugal, os números da criminalidade violenta e grave de 2019 “são muito baixos” e apresentam “o segundo melhor valor desde que há registos”.

Eduardo Cabrita destacou os três crimes, na categoria da criminalidade violenta e grave, que “diminuíram significativamente”, em 2019, em Portugal, e que têm “um grande impacto na vida em sociedade e na perceção geral de segurança”: homicídios, furto por carteiristas e furto de veículo.

No caso dos homicídios os mesmos diminuíram 19% em relação ao ano anterior. O Ministro disse também que a criminalidade geral teve “um crescimento residual”, tendo contribuído para este aumento a burla informática e a violência doméstica.

“Este relatório consolida ainda a imagem de Portugal, reconhecida internacionalmente, como o terceiro País mais seguro e pacífico do mundo”, afirmou Eduardo Cabrita destacando ainda a redução da criminalidade nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

Criminalidade geral, em Portugal, aumenta ligeiramente em 2019, mas diminui de forma significativa desde 2008

De acordo com os dados divulgados pelo Governo, a criminalidade geral, em Portugal, aumentou em 0,7% em 2019, tendo as participações passado de 333.223, em 2018, para 335.614 no ano passado.

O documento destaca o crescimento das participações por burla informática e comunicações, que registou mais 6.527 queixas (66,7%) do que em 2018.

“Face aos números de 2008 (quando foi aprovada a atual Lei de Segurança Interna), o ano de 2019 registou uma redução de 20,3% na criminalidade geral, em Portugal, (número de participações passou de 421.037 para 335.614), com uma redução ainda mais acentuada (-40,8%) no número de participações relativas à criminalidade violenta e grave (de 24.317 participações para 14.398)”.

A criminalidade violenta e grave – homicídios, furto por carteiristas e furto de veículo – registou mais 417 ocorrências (3%) do que em 2018, passando as queixas de 13.981 para 14.398. A criminalidade violenta e grave representava assim, em 2019, 4,3% de toda a criminalidade participada.

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