Reabertura obedece a condições de segurança e limitação do número de visitantes simultâneos

Visitar | Espaços culturais vimaranenses reabrem as suas portas

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Entrar, viajar, inspirar(-se), sentir. Em completa segurança. É assim que, a partir de amanhã, 26 de maio, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), a Casa da Memória (CDMG) e o Palácio Vila Flor (situado no CCVF), em Guimarães, estarão prontos para receber o público, em segurança, no ciclo expositivo ‘Caos e Ritmo #1’, na mostra permanente ‘Território e Comunidade’ e na exposição ‘Transmissão | Patrícia Almeida, Obras 2001-2017’, respetivamente. Passado que é o tempo de isolamento, é agora tempo de voltar a viver novas emoções. Esta reabertura destes espaços culturais ainda traz consigo outra novidade: as entradas nestas exposições serão gratuitas até ao dia 30 de junho.

Focados nesta aguardada reabertura, é importante referir as novas regras de acesso e os novos horários de funcionamento. O uso obrigatório de máscara, a desinfeção das mãos à entrada e o distanciamento social de 2 metros são regras comuns. A lotação máxima é de 10 visitantes em simultâneo no CIAJG e 5 na Casa da Memória e no Palácio Vila Flor. Há também o pedido de circulação pela direita e a impossibilidade de tocar nos objetos aos visitantes do CIAJG e do Palácio Vila Flor. Na Casa da Memória, tendo em conta o caráter interativo da sua exposição, serão fornecidas luvas de uso obrigatório.

Os horários de abertura destes espaços coincidem, estando de portas abertas das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00. O Centro Internacional das Artes José de Guimarães e a Casa da Memória estão disponíveis para ser visitados de terça a domingo e o Palácio Vila Flor de terça a sábado. Até ao dia 30 de junho, a entrada será gratuita.

A exposição permanente da Casa da Memória de Guimarães levar-nos-á a percorrer as naves ‘Território’ e ‘Comunidade’ para nos dar a conhecer várias perspetivas da memória de um lugar. Neste espaço expositivo poderemos encontrar imagens, histórias, documentos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, passando pelas Sociedades Rurais e Festividades e Industrialização do Vale do Ave, até à Contemporaneidade.

Desviando a rota para o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, vamos encontrar reunidas peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos, propondo-se uma (re)montagem da história da arte, enquanto sucessão de ecos, e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão. O presente ciclo expositivo, ‘Caos e Ritmo #1’ é uma exposição-estrutura que reúne um grande número de artistas com diferentes linguagens estéticas como Hugo Canoilas, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Augusto Mesquitela Lima por André Príncipe, Susana Chiocca, SKREI, objetos da coleção de Arte Popular de Agostinho Santos, Franklin Vilas Boas, entre outros artistas, desenhando um círculo que enuncia um regresso a ‘Para Além da História’, exposição que fundou o Centro Internacional das Artes José de Guimarães em 2012.

Navegando agora até ao Palácio Vila Flor, situado no Centro Cultural Vila Flor, a exposição de Patrícia Almeida será um verdadeiro exercício de observação. Está aqui reunido um corpo de trabalho forte e abrangente, organizado numa sequência alargada de imagens que exprimem as diversas facetas de uma obra. Com esta mostra pretende-se lançar um desafio ao espetador mais desprevenido, convidando-o a fundir-se com o olhar observador e atento da artista, materializado numa fusão de papéis, nos quais Patrícia Almeida e o recetor são levados a interrogar-se numa aprendizagem transformadora, face aos sinais do tempo.

De assinalar ainda que a Loja Oficina – localizada na Rua Rainha D. Maria II, em pleno Centro Histórico de Guimarães – já reabriu as suas portas a 15 de maio, data em que inaugurou igualmente a sua presença digital em loja.aoficina.pt com uma multiplicidade de produtos que nos ligam ao passado e ao presente da história que se faz em Guimarães, dando assim a conhecer os seus produtos ao público de todo o mundo.

De recordar que, na sequência do Plano Nacional de Preparação e Resposta à Doença por novo Coronavírus (Covid-19) e das orientações da Direção-Geral da Saúde para diminuir a evolução epidemiológica, A Oficina suspendeu todas as suas atividades desde o dia 11 de março. Assim, os vários espaços cuja gestão e programação é da sua responsabilidade (Centro Cultural Vila Flor / Centro Internacional das Artes José de Guimarães / Casa da Memória de Guimarães / Centro de Criação de Candoso / Espaço Oficina / Loja Oficina) começarão a reabrir as suas portas, de forma faseada, cumprindo todas as normas de segurança e seguindo as orientações previstas na lei.

 

Fonte: AO; Imagens: (0) CIAGJ, (1, 2) Paulo Pacheco, (3) AO

 

 

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Categorias: Agenda, Arte

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