Agostinho Fernandes

Questionário de Proust | Ana Raquel Vieira de Castro

Questionário de Proust | Ana Raquel Vieira de Castro

 

 

Raquel Vieira de Castro iniciou a carreira profissional na Vieira de Castro, empresa histórica de Vila Nova de Famalicão, detentora de uma marca ímpar na produção de bolachas, amêndoas e rebuçados, a Vieira, onde é atualmente membro do Conselho de Administração, e responsável pela coordenação, a nível nacional e internacional, da área do marketing e vendas.

Enquanto Export Manager da Vieira de Castro, S.A., funções que desempenhou entre 2003 e 2007, foi responsável pelos mercados internacionais da empresa, com especial foco em Angola e em vários países asiáticos tendo, neste âmbito, passado algum tempo a viver na Ásia.

Desempenha também, desde 2009, funções de Vice-presidente da PortugalFoods, uma associação de empresas, entidades cientifico-tecnológicas e outras que representam os vários sub-setores do setor Agroalimentar Português.

No que se refere a formação, Raquel Vieira de Castro é licenciada em Administração Pública pela Universidade do Minho (2000), mas realizou também um International Executive MBA na Escuela de Negocios Caixanova (2008/2009), e um International Business Program na Georgetown University (2009), nos Estados Unidos da América, de forma a estruturar mais solidamente a sua carreira.

 

 1. Qual é para si o cúmulo da miséria moral?

Indiferença ao que nos rodeia; viver “à custa dos outros”.

 

2. O seu ideal de felicidade terrestre?

Viver deixando algum impacto positivo pela passagem.

 

3. Que culpas, a seu ver, requerem mais indulgência?

Stress.

 

4. E menos indulgência?

Paz.

 

5. Qual a sua personagem histórica favorita?

Papa Francisco.

 

6. E as heroínas mais admiráveis da vida real?

Mulheres altruístas.

 

7. A sua heroína preferida na ficção?

Lisabeth Salender.

 

8. O seu pintor favorito?

João Gabriel.

 

9. O seu músico favorito?

Patrick Watson.

 

10. Que qualidade mais aprecia no homem?

Integridade.

 

11. Que qualidade prefere na mulher?

Determinação.

 

12. A sua ocupação favorita?

Conhecer outras culturas.

 

13. Quem gostaria de ter sido?

Gostaria de ter vivido alguns momentos que outras pessoas viveram, mas não de ser alguém em particular. Procuro construir o meu eu e gostar de o ser.

 

14. O principal atributo do seu carácter?

Otimismo.

 

15. Que mais apetece aos amigos?

Partilhar de momentos.

 

16. O seu principal defeito?

Teimosia.

 

17. O seu sonho de felicidade?

Ver os que me rodeiam felizes.

 

18. Qual a maior das desgraças?

Falta de humanidade.

 

19. Que profissão, que não fosse a de escritor, gostaria de ter exercido?

Arquitetura.

 

20. Que cor prefere?

Verde.

 

21. A flor que mais gosta?

Orquídeas.

 

22. O pássaro que lhe merece mais simpatia?

Pega.

 

23. Os seus ficcionistas preferidos?

Haruki Murakami.

 

24. Poetas preferidos?

O meu sogro Manuel do Carvalhal.

 

25.  O seu herói?

 

26. Os seus heróis da vida real?

Não tenho heróis, apenas pessoas que admiro muito pelo que são e pelo que fazem.

 

27. As suas heroínas da história?

Madre Teresa de Calcutá.

 

28. Que mais detesta no homem?

Machismo.

 

29. Caracteres históricos que mais abomina?

Hitler.

 

30. Que facto, do ponto de vista guerreiro, mais admira?

Coragem.

 

31. A reforma política que mais ambiciona no mundo?

Definição de objetivos comuns de longo prazo, independentes de ciclos e interesses apenas políticos.

 

32. O dom natural que mais gostaria de possuir?

Oratória.

 

33. Como desejaria morrer?

Sem sofrimento.

 

34. Estado presente do seu espírito?

Construtivo.

 

35. A sua divisa?

O tempo é o melhor remédio.

 

36. Qual é o maior problema em aberto do concelho?

 

37. Qual a área de problemas que se podem considerar satisfatoriamente resolvidos no território municipal?

 

38. Que obra importante está ainda em falta entre nós?

Educar, educar, educar.

 

39. De que mais se orgulha no seu concelho?

As pessoas.

 

40. Qual é o livro mais importante do mundo para si?

Não tenho.

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Categories: Sociedade

About Author

Agostinho Fernandes

Agostinho Peixoto Fernandes nasceu em Joane, em 1942. Após a instrução primária, ingressou na austera Ordem do Carmo, em Viana do Castelo, tendo terminado a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Como professor do ensino Secundário ocupou, a partir de 1974, vários cargos de gestão em estabelecimentos de ensino. Entre 1980 e 1982 foi vereador da Cultura, pelo Partido Socialista, na Câmara Municipal de Famalicão, sendo Presidente Antero Martins do PSD, onde alicerçou uma política inovadora nesta área. Promoveu os Encontros Municipais e de Formação Autárquica, fundou o Boletim Cultural. Dinamizou o movimento associativo local. Em 1983 foi eleito presidente da Câmara de Famalicão, cargo que ocupou até 2001. O seu trabalho de autarca a favor da educação, ensino e acção social (foi um dos primeiros autarcas do país a criar no seu concelho uma rede pública de infantários) foi reconhecido em 1993 pela UNICEF, que o declarou “Presidente da Câmara Amigo das Crianças”. Ao longo dos seus sucessivos mandatos – que se estenderam por um período de quase 20 anos – o concelho transfigurou-se. A ele se deve a implantação de importantes infra-estruturas como o Citeve, Matadouro Central, Universidade Lusíada, Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, Biblioteca Municipal, Artave, Centro Coordenador de Transportes, Casa das Artes, Museu da Indústria Têxtil e piscinas municipais. Também tomou decisões polémicas, como a urbanização da parte dos terrenos de Sinçães, a instalação de grandes e médias superfícies comerciais à entrada da cidade e a demolição do Cine-Teatro Augusto Correia. Foi um dos fundadores da Associação de Municípios do Vale do Ave, tendo, neste âmbito, enfrentando a maior contestação popular dos seus mandatos com a construção da ETRSU de Riba de Ave. É sócio de inúmeras associações cívicas, culturais e de solidariedade social e foi mandatário concelhio de Mário Soares e Jorge Sampaio (1º mandato) nas suas campanhas à Presidência da República.

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