André Coelho Lima: Só uma economia de valor acrescentado poderá combater desertificação e melhorar qualidade de vida das populações de territórios de interior

Legislativas | PSD pretende levar ciência e investigação a promover o desenvolvimento rural

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Combater a desertificação do interior e dos meios rurais passa por garantir a sustentabilidade económica e ambiental dos territórios de menor densidade populacional. Para isso, o cabeça-de-lista do PSD às próximas eleições legislativas no distrito de Braga, André Coelho Lima,  aponta como fundamental promover uma forte intervenção da investigação e ciência na agricultura e atividades de desenvolvimento rural.

Em ações de campanha nos concelhos de Vieira do Minho e de Celorico de Basto – depois de já ter passado por Cabeceiras e Terras de Bouro -, André Coelho Lima destacou o impacto da investigação e da ciência para criar valor acrescentado nos produtos únicos que o mundo rural tem, designadamente no contexto global.

A coesão territorial, associada a uma política efetiva de descentralização e valorização das terras do interior, é uma marca do Partido Social Democrata – como sublinhou Coelho Lima -, em contraponto ao discurso dos socialistas, cuja governação o partido considera ter sido de constante ataque e agravamento às condições de vida das populações do mundo rural.

Num encontro com mais de 300 apoiantes em Vieira do Minho – e ao lado do presidente da respetiva Câmara Municipal, António Cardoso, e do eurodeputado José Manuel Fernandes -, o cabeça-de-lista dos candidatos a deputados do PSD lamentou a opção do PS em falar muito em descentralização de competências e promessas, depois de quatro anos sem investimentos públicos no distrito e a centralizar ainda mais a administração pública.

Para contrariar a desertificação e elevar os padrões da qualidade de vida no mundo rural, o PSD aposta em “mobilizar a investigação científica e a inovação para a valorização dos nossos recursos endógenos, a começar pela preservação e valorização do nosso capital natural, do enorme potencial que representa o mar, a agricultura e a floresta”.

“Portugal, e em especial as terras de interior e com menor densidade populacional, necessita de um novo ciclo de política agrícola que aposte numa agricultura mais competitiva, diversificada e multifuncional, que promova a ocupação do território e a renovação de gerações, que dê expressão social e económica a todas as regiões portuguesas, e que contribua para a coesão nacional e para um maior nível de autoabastecimento alimentar”.

Foi precisamente nesse enquadramento que André Coelho Lima enalteceu o exemplo dado por uma exploração agrícola em Celorico de Basto, num concelho onde – acompanhado pelo presidente da autarquia, Joaquim Mota e Silva, e pelo candidato local a deputado, José Sousa – fez também um périplo pelo comércio local.

Na Quinta de Santa Cristina, a comitiva socialdemocrata apreciou a atividade agrícola com valor acrescentado e permanente inovação assente na investigação e em parcerias com universidades, associando a viticultura ao agroturismo e ao desenvolvimento de novos produtos vinícolas, com prémios a nível internacional, seja no vinho verde, champanhe e outros produtos complementares.    

Fonte e Imagens: PSD

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Categorias: Política

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