Pedro Maia Martins entrevista candidato barcelense do PSD pelo círculo eleitoral de Braga

Legislativas | Carlos Reis: Há quatro áreas de atuação fundamentais para o distrito – a saúde, a ação social, a mobilidade e a fiscalidade

Legislativas | Carlos Reis: Há quatro áreas de atuação fundamentais para o distrito – a saúde, a ação social, a mobilidade e a fiscalidade

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Pedro Maia Martins: Como se apresenta aos nossos leitores?

Carlos Reis: Eu sou licenciado em Direito e especializado em contratação pública. Apesar disso, tenho dedicado a minha vida profissional à gestão empresarial, em áreas distintas, desde a indústria automóvel à área do lazer e desporto.
Estes anos nos quais fui trabalhando no privado deram-me as armas para ir fazendo o combate político que eu acredito ser necessário, tanto na região do Minho como a nível nacional.

PMM: Como entrou na política?

CR: Comecei na Associação de Estudantes da Escola de Direito da Universidade Católica, da qual fui presidente durante três anos. Em resultado disso, acabei por também em envolver com a associação das Católicas e com a Federação Académica do Porto, sobretudo no que toca à sua relação com a comunidade e com o resto dos estudantes.

Mais tarde fui convidado para integrar a Comissão Política Nacional da Juventude Social-Democrata e só depois me candidatei à distrital de Braga, na estive durante algum tempo, desenvolvendo toda a minha atividade a partir daí. Mas admito que a minha ligação à política vem desde a infância, sobretudo por razões familiares (risos). O meu pai presidiu à câmara municipal de Barcelos e foi eurodeputado. Além disso tive o exemplo do meu irmão mais velho, que foi deputado na Assembleia da República, e dos meus tios, alguns até envolvidos com outros partidos. Essa sensibilidade e esse gosto foi crescendo comigo a partir de casa.

PMM: Relativamente ao distrito de Braga, quais são as áreas de atuação mais importantes?

CR: Nós somos deputados do País, mas eleitos pelo círculo distrital. Há quatro áreas que eu considero fundamentais no distrito e às quais acho que devemos tomar muita atenção: a saúde, a ação social, a mobilidade e a fiscalidade.
Quando falo de fiscalidade, refiro-me aos impostos e numa maior qualidade de vida e mais dinheiro disponível para as famílias. Eu acho essencial que as famílias possam ascender socialmente. É isso que importa para quem trabalha: melhores condições de vida.

Relativamente à minha terra natal, Barcelos, há três áreas das quais não podemos fugir: a construção do novo hospital, a questão da linha de muito alta tensão que vai percorrer o nosso território (cujo traçada tem de ser feito de maneira cuidado, não com a desatenção que tem sido dada às populações) e a eletrificação recentemente feita nas Linhas do Minho sem a supressão das passagens niveladas no nosso concelho. Embora eu seja candidato pelo distrito e não pelo concelho, claro que terei um carinho especial pelas questões relacionadas com a terra onde nasci: todo o trabalho a nível de novas tecnologias, as empresas que estão a germinar em Barcelos e todo esse conjunto de pessoas que precisam de ajuda e necessitam de um kick off. Terei muita atenção a essa área, visto ter trabalhado nela nos últimos anos e para a qual eu tenho alguma sensibilidade. Embora não exerça algo ligado à minha formação académica, acho que ela me deu as armas necessárias para ir olhando para as empresas em Portugal e tentar construir aquilo que acredito ser mais eficaz a nível económico.

PMM: Quais são as mais-valias que poderá trazer se for eleito (devido ao seu currículo e personalidade)?

CR: Eu sinto-me muito honrado por a Direção Nacional do Partido Social-Democrata, incluindo o Dr. Rui Rio, ter encontrado em mim alguém representativo da sua região, mas prefiro não fazer uma avaliação do input que eu posso trazer a esta campanha e a um possível mandato como deputado. Deixo esse julgamento para os eleitores.

PMM: Que poderemos esperar dos seus companheiros (i.e. dos outros candidatos integrantes da sua lista para o distrito)?

CR: Quem tem acompanhado esta campanha no distrito tem percebido duas coisas muito claras: em primeiro lugar, a questão da afirmação. Nós temos de olhar para o nosso território e perceber onde podemos trabalhar em prol das populações. Em segundo lugar, a questão da proximidade, já que as pessoas escolhidas estão verdadeiramente ligadas aos seus concelhos. Desta vez não há os chamados “paraquedistas” sem qualquer ligação ao distrito. Além disso podemos gabar-nos de termos um misto de juventude, experiência e qualificação. Essa é a mais-valia da nossa lista: uma mescla de pessoas que realmente representam o distrito e as suas populações e que têm uma ligação efetiva à comunidade.

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