25/4 Matosinhos

25 de Abril | Pedro e Carolina (re) vivem ‘Se essa rua fosse minha – O amor nos anos de chumbo’ em Matosinhos

25 de Abril | Pedro e Carolina (re) vivem ‘Se essa rua fosse minha – O amor nos anos de chumbo’ em Matosinhos

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Projeto “Salvé a Língua de Camões” leva a Matosinhos, no dia 25 de abril, a peça teatral “Se essa rua fosse minha – O amor nos anos de chumbo“de Marcos Ferraz que retrata o Brasil dos anos da ditadura militar. Parece que foi ontem – e que pode voltar a acontecer amanhã. A apresentação enquadra-se no 45º aniversário das comemorações de Abril em Portugal no Município de Matosinhos.

 

 

O ano, para que não haja confusões, é o de 1968. O lugar é a Rua Maria Antônia, na cidade de São Paulo. Pedro e Carol são os dois universitários – Pedro e Carolina – que vivem uma paixão semelhante à que viveram Romeu e Julieta. “Se essa rua fosse minha – O Amor Nos Anos De Chumbo“, do brasileiro Marcos Ferraz, é a ferida aberta que se segue na programação da iniciativa “Salvé a Língua de Camões” que há 15 anos dá a conhecer autores e peças de teatro escritas em Português com diferentes sotaques.

A sessão de leitura dramatizada do texto de Ferraz acontece esta quinta-feira, 25 de abril, pelas 21h30, na Casa do Bosque do Museu da Quinta de Santiago – no dia em que Portugal comemora o fim de uma história de repressão e censura.

Integrada no programa municipal de comemoração da revolução de 25 de Abril de 1974, a sessão deste mês do projeto “Salvé a Língua de Camões” conta com uma forte componente política. O público poderá participar na leitura da peça, que será dirigida por William Gavião e contará com a presença de Adrika, Catarina Marcos, Fátima Maganinho, Luís Soares, Margarida Magalhães, Ricardo Oliveira, Root Arouca e William Gavião.

Entrecortada por canções que marcam o património musical brasileiro desde a década de 1960, compostas por Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, entre outros, a peça teatral, estreada em 2011, centra-se no romance de dois universitários de classes sociais e posições políticas diferentes para recordar uma época marcada pela repressão política, pela intolerância e pela ditadura militar. Parece que foi ontem – e que pode voltar a acontecer amanhã.

Dramaturgo e argumentista com trabalho reconhecido por vários prémios, Marcos Ferraz trabalhou em séries como “O Sítio do Piacapau Amarelo”. Enquanto dramaturgo, e para além de “Se essa rua fosse minha – O Amor Nos Anos De Chumbo”, vencedora do prestigiado Prémio da Associação Paulista de Críticos de Artes, o autor notabilizou-se por peças como “Lado B – Mudaram as Estações”, “A Sessão da Tarde Ou Você Não Soube Me Amar” ou “A Borboleta Sem Asas”.

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