Paulo Neves

Previdência | Segurar-se à vida

Previdência | Segurar-se à vida

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O mundo é cada vez mais um lugar estranho e confuso. Tudo é cada vez mais rápido e fugaz. Às vezes até parece que a própria terra gira mais depressa e cada dia é mais difícil acompanhar o seu ritmo. Mas este é o nosso mundo e é neste mundo que vamos continuar a viver. Resta-nos lutar todos os dias construindo um lugar melhor onde possamos viver em maior qualidade e segurança possível, com os que amamos.

Sim é de vida que falamos, vida que é deixada normalmente em segundo plano em relação aos mais diversos bens materiais. Talvez porque a vida não tem preço ou simplesmente porque a temos como certa. Preocupamo-nos em proteger bens materiais de qualquer eventualidade futura e descuramos a importância da própria vida ou mesmo daqueles a quem demos vida.

Com a emergente falência de todas as áreas do Estado Social, está cada vez mais em causa, qualquer apoio futuro à estrutura de vida que construímos com e para as nossas famílias. Situações que tínhamos como certas, como a reforma a determinada idade com valores médios de toda uma carreira contributiva deixam de ser verdade ciclicamente, dependendo de diversos factores aos quais somos completamente alheios. Actualmente é estimado que em apenas uma década a reforma passará a 50% do último recibo de vencimento. As baixas que agora não passam de 70% da remuneração, estão em tendência de redução a ritmo acelerado.

E que impacto terá na nossa família uma invalidez ou falecimento? Estamos sempre a tempo de reflectir sobre o que realmente importa e o que realmente importa salvaguardar. É aqui que entram as companhias de seguros das quais temos muitas vezes ideias pré-concebidas, mas que são nossos parceiros para nos acompanhar e amparar ao longo da vida.

Com seguros de puro risco seguramos simplesmente a nossa vida ou a vida de alguém que nos é querido podendo também garantir o pagamento do risco no caso de uma invalidez a partir de 60%. Podemos, no entanto, garantir não só o capital em caso de morte ou invalidez como também construir uma almofada financeira para qualquer imponderável ou mesmo para a reforma fazendo um plano com poupança em que esta é privilegiada, mas que garante algum capital para o risco. Podemos também, através de um plano de acidentes pessoais garantir que temos uma ajuda para compensar os apoios das baixas médicas ou mesmo quando não temos direito a apoios no caso de uma incapacidade para o trabalho por acidente ou doença. A melhor solução é sempre a que resulta de um mix de produtos que cubra as situações de incapacidade para o trabalho por acidente ou doença, invalidez, morte e/ou reforma pois desta forma a sua segurança é garantida.

 

 

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Categorias: Crónica, Economia, Sociedade

Acerca do(a) Autor(a) do artigo

Paulo Neves

Nasceu em 01 de Outubro de 1962 em Lisboa Em Janeiro de 2016 mudou-se para a cidade do Porto, onde reside. Técnico de Som e Imagem na Valentim de Carvalho Estúdios desde 1982 até 1995 Sócio-Gerente da Suite16 estudios, na área da gravação, produção e pós-produção audio e musica desde 1991 até 2015 Consultor na Metlife desde Outubro de 2018. Tel: 917768820 pneves.porto@metlife.com.pt

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