Vila Nova de Famalicão

RSRS | Jorge Moreira da Silva destaca políticas pioneiras de Vila Nova de Famalicão: ‘O mundo é a soma de todos nós’

RSRS | Jorge Moreira da Silva destaca políticas pioneiras de Vila Nova de Famalicão: ‘O mundo é a soma de todos nós’

 

 

 

“O mundo é a soma de todos nós. Não conseguiremos atingir a Agenda para 2030 e os seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fixados pela ONU, se cada um não pedalar a sua bicicleta”. Foi desta forma, que o Diretor da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), Jorge Moreira da Silva afirmou a importância do lançamento do Relatório de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (RSRS) de Vila Nova de Famalicão.

 

 

O famalicense, que ocupou o cargo de ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, no Governo de Passos Coelho e que se tem vindo a destacar pelo trabalho desenvolvido como consultor de organizações internacionais na área da energia e ambiente, destacou “o pioneirismo” do município famalicense, “ao dar o exemplo, que compete também ao poder local fazer a sua parte”.

Jorge Moreira da Silva esteve com o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, esta segunda-feira, no Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide, a apresentar o Relatório de Sustentabilidade e Responsabilidade Social de Famalicão.

Segundo Jorge Moreira da Silva, “o que este relatório de sustentabilidade demonstra é que é possível, mas também é imprescindível, que cada um tome a sua parte de responsabilidade neste processo. Porque é necessário e urgente, mas também porque é vantajoso. Há benefícios sociais, ambientais e económicos”.

Elaborado pela primeira vez na autarquia famalicense, o RSRS pretende dar a conhecer a atividade municipal de uma forma integrada e global evidenciando o seu contributo para a promoção da sustentabilidade e da responsabilidade social no território, dando conta do que está a ser feito e como está a ser feito, onde são investidos os recursos – financeiros, materiais ou humanos – do município e como se está a cumprir o plano estratégico delineado.

Uma das novidades do documento é a equiparação da atividade municipal com os padrões internacionais e com as grandes metas, desafios e compromissos internacionais. Na senda deste desafio, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão recorreu aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fixados pela ONU em 2015 e que constitui a nova Agenda de Ação até 2030, em sintonia com o seu Plano de Desenvolvimento Estratégico.

Para o responsável da OCDE, com o Relatório de Sustentabilidade “Famalicão assumiu um protagonismo e uma estratégia porque – para um concelho que é hoje uma referência nacional e internacional na área económica e na área industrial – não deixa de ser relevante que queira lançar uma nova geração de políticas económicas alinhadas com o desenvolvimento sustentável, porque é por aí que o futuro vai”. E acrescenta: “Países, empresas, instituições e municípios que fujam deste desígnio da sustentabilidade estão a fugir ao seu futuro, ao desenvolvimento económico e à competitividade.”  Jorge Moreira da Silva destacou ainda o “trabalho meritório do município ao envolver as escolas, empresas, instituições e os cidadãos neste processo”.

Por sua vez, Paulo Cunha destacou o Relatório de Sustentabilidade como um“documento essencial para a saúde democrática, no âmbito de uma política de transparência, compromisso e responsabilidade”.

O autarca assumiu a sustentabilidade como “um desígnio” para Vila Nova de Famalicão. “Estamos conscientes que devemos ser parte neste processo e devemos criar ações e mecanismos, iniciativas e debates, em contexto de cumplicidade com os atores locais, empresas, instituições, escolas, comunidade, que estejam em sintonia com a estratégia global”.

O documento que é encarado “como um prólogo e não como um epílogo” pretende dar um “sinal inequívoco à comunidade do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e daquilo que virá. São intervenções, algumas já realizadas, outras em curso e outras projetadas, que, no conjunto e em termos globais, pretendem dar um contributo claro e evidente de Famalicão para um objetivo que é global.”

A apresentação do Relatório coube ao diretor municipal da autarquia famalicense, Vítor Moreira, que destacou as áreas de desenvolvimento do município, nomeadamente a área económica, a área ambiental e a área social, sendo que a governança surge como elemento de união.

O responsável deu ainda conta do crescimento integrado do concelho, apresentando vários dados na educação, cultura, ação social, desporto, entre outros, que mostram o desenvolvimento do concelho a uma velocidade.

O diretor municipal sublinhou ainda que com o RSRS “é a primeira vez que um município associa a sua atividade aos objetivos do desenvolvimento sustentável”.

Refira-se que na organização do documento surge, em primeiro lugar, uma apresentação do território. Segue-se um capitulo sobre governança, compromissos e envolvimentos, depois aborda-se a sustentabilidade económica, a responsabilidade ambiental, a responsabilidade social. E a terminar um capitulo sobre o compromisso do município com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 

Fonte: Município de Famalicão

 

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Categorias: Política, Sociedade

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