Agostinho Fernandes

Questionário de Proust | José Maria Carneiro da Costa

Questionário de Proust | José Maria Carneiro da Costa

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José Maria Carneiro da Costa é Diácono Permanente da Arquidiocese de Braga. É também assistente da LOC/MTC (Liga Operária Católica / Movimento dos Trabalhadores Católicos), da Comissão Diocesana de Pastoral Operária e do Conselho Arquidiocesano da Ação Católica. Faz parte do Conselho Pastoral Arquidiocesano.

Casado, é pai de dois filhos e também avô de uma neta.

José Maria Carneiro da Costa nasceu em Fradelos em 3 de abril de 1954, passou por Ribeirão e acabou por fixar residência em Antas.

Desde sempre, a sua vida tem sido dedicada ao associativismo cívico e religioso. Nesse trajeto,, presidiu a várias organizações, entre elas a JOC (Juventude Operária Católica), LOC/MTC, Pastoral Operária, AML (Associação de Moradores das Lameiras), da qual foi fundador, em 1984, das APAEB e Comissões Sociais Interfreguesias de Antas, Calendário e área Urbana de Vila Nova de Famalicão.

No seu percurso de vida, José Maria Carneiro da Costa dedicou-se também ao estudo de teologia na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

Profissionalmente, José Maria Carneiro da Costa é o coordenador geral do Centro Social das Lameiras.

É ainda diretor e fundador do Lameiras – Boletim Cultural e Informativo da AML, desde 1987.

Atualmente é dirigente da AML; Associação Dar as Mãos; Rede Social Concelhia e Comissão Arquidiocesana da Pastoral Social.

 

 

1- Qual é para si o cúmulo da miséria moral?

Ser pobre e fazer vida de rico!

 

2- O seu ideal de felicidade terrestre?

Cada homem e cada mulher respeitar-se e amar-se mutuamente.

 

3- Que culpas, a seu ver, requerem mais indulgência?

A falta de reconhecimento das capacidades dos nossos semelhantes.

 

4- E menos indulgência?

Todos precisam de indulgências.

 

5- Qual a sua personagem histórica favorita?

João XXIII.

 

6- E as heroínas mais admiráveis da vida real?

A minha esposa.

 

7- A sua heroína preferida na ficção?

Não há heroínas na ficção.

 

8- O seu pintor favorito?

Não tenho.

 

9- O seu músico favorito?

Ludwig van Beethoven.

 

10- Que qualidade mais aprecia no homem?

A verdade.

 

11- Que qualidade prefere na mulher?

A beleza e a verdade.

 

12- A sua ocupação favorita?

Trabalhar em prol dos outros no Associativismo.

 

13- Quem gostaria de ter sido?

Eu próprio.

 

14- O principal atributo do seu carácter?

Honestidade.

 

15- Que mais apetece aos amigos?

Não sou capaz de julgar os outros.

 

16- O seu principal defeito?

Acreditar que todos são capazes de ser perfeitos.

 

17- O seu sonho de felicidade?

Que todos se amem sem distinções de raça, cor, estado de vida ou religião.

 

18- Qual a maior das desgraças?

A destruição do mundo por culpa de quem nele vive.

 

19- Que profissão, que não fosse a de escritor, gostaria de ter exercido?

Gosto da minha profissão. Trabalho com e para as pessoas.

 

20- Que cor prefere?

Encarnado como significado do Amor e do Martírio.

 

21- A flor que mais gosta?

Rosa com espinhos.

 

22- O pássaro que lhe merece mais simpatia?

O melro que me visita todas as manhãs, há muitos anos, no jardim, junto da janela do meu gabinete de trabalho.

 

23- Os seus ficcionistas preferidos?

Não tenho.

 

24- Poetas preferidos?

José Tolentino Mendonça.

 

25- O seu herói?

Jesus Cristo.

 

26- Os seus heróis da vida real?

Todos os que lutam pela justiça e pela paz.

 

27- As suas heroínas da história?

Edith Stein e Teresa Benedita da Cruz.

 

28- Que mais detesta no homem?

A hipocrisia e a ganância.

 

29- Caracteres históricos que mais abomina?

Os que identificam a moeda.

 

30- Que facto, do ponto de vista guerreiro, mais admira?

O funcionamento da atual “Geringonça” politica.

 

31- A reforma política que mais ambiciona no mundo?

Um mundo de paz e fraternidade em convívio permanente com as carícias da natureza e um governo central na ONU.

 

32- O dom natural que mais gostaria de possuir?

O de atrair mais pessoas para constituir pequenos grupos de “revisão de vida operária” (RVO) no mundo do trabalho e na Igreja.

 

33- Como desejaria morrer?

Em paz comigo próprio, com os outros e com Deus.

 

34- Estado presente do seu espírito?

Um misto de tristeza e de alegria.

 

35- A sua divisa?

Amar sem condições.

 

36- Qual é o maior problema em aberto do concelho?

A falta de trabalho digno.

 

37- Qual a área de problemas que se podem considerar satisfatoriamente resolvidos no território municipal?

Abastecimento de água e saneamento.

 

38- Que obra importante está ainda em falta entre nós?

Uma Unidade de Cuidados Continuados, onde todos tenham acesso.

 

39- De que mais se orgulha no seu concelho?

A existência de uma rede social em permanente evolução.

 

40- Qual é o livro mais importante do mundo para si?

A Bíblia Sagrada.

 

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Categorias: Sociedade

Acerca do(a) Autor(a) do artigo

Agostinho Fernandes

Agostinho Peixoto Fernandes nasceu em Joane, em 1942. Após a instrução primária, ingressou na austera Ordem do Carmo, em Viana do Castelo, tendo terminado a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Como professor do ensino Secundário ocupou, a partir de 1974, vários cargos de gestão em estabelecimentos de ensino. Entre 1980 e 1982 foi vereador da Cultura, pelo Partido Socialista, na Câmara Municipal de Famalicão, sendo Presidente Antero Martins do PSD, onde alicerçou uma política inovadora nesta área. Promoveu os Encontros Municipais e de Formação Autárquica, fundou o Boletim Cultural. Dinamizou o movimento associativo local. Em 1983 foi eleito presidente da Câmara de Famalicão, cargo que ocupou até 2001. O seu trabalho de autarca a favor da educação, ensino e acção social (foi um dos primeiros autarcas do país a criar no seu concelho uma rede pública de infantários) foi reconhecido em 1993 pela UNICEF, que o declarou “Presidente da Câmara Amigo das Crianças”. Ao longo dos seus sucessivos mandatos – que se estenderam por um período de quase 20 anos – o concelho transfigurou-se. A ele se deve a implantação de importantes infra-estruturas como o Citeve, Matadouro Central, Universidade Lusíada, Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, Biblioteca Municipal, Artave, Centro Coordenador de Transportes, Casa das Artes, Museu da Indústria Têxtil e piscinas municipais. Também tomou decisões polémicas, como a urbanização da parte dos terrenos de Sinçães, a instalação de grandes e médias superfícies comerciais à entrada da cidade e a demolição do Cine-Teatro Augusto Correia. Foi um dos fundadores da Associação de Municípios do Vale do Ave, tendo, neste âmbito, enfrentando a maior contestação popular dos seus mandatos com a construção da ETRSU de Riba de Ave. É sócio de inúmeras associações cívicas, culturais e de solidariedade social e foi mandatário concelhio de Mário Soares e Jorge Sampaio (1º mandato) nas suas campanhas à Presidência da República.

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