Vestir | WestMister. A classe vê-se nos detalhes

Vestir | WestMister. A classe vê-se nos detalhes

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WestMister. O nome incute-lhe confiança e arrojo. E deixa ainda bem clara a ambição de crescer. É de pequenos grandes detalhes que é feita esta marca de underwear masculino de fabrico 100% português e especialmente centrada na produção de meias. São vários os qualificativos que assentam bem à WestMister: qualidade, irreverência, design, elegância e conforto. Todos juntos contribuem para que aquilo que para muitos pode ser um simples par de meias se torne numa distinta peça de vestuário.

 

 

A WestMister é uma muito jovem marca de meias masculinas destinadas ao segmento alto do mercado que, a partir de Vila Nova de Famalicão, está a trilhar um percurso coeso de afirmação nacional e internacional. Por ora, a WestMister encontra-se ainda instalada na incubadora de empresas Famalicão Made IN, em Vilarinho das Cambas.

Luís Campos, 36 anos, criou a WestMister com Vanessa Marques, motivado pela ligação da família a esta indústria, e garante que a marca assina “as melhores meias” de fabrico 100% português. Porque, justifica, “são feitas com matérias-primas de qualidade (mercerised cotton lisle) e produzidas pelos melhores meios técnicos (máquinas de 200 agulhas e biqueira sem costura)”.

Apesar da sua curta vida, a marca apresenta já indicadores que são motivo de orgulho: 15 mil pares fabricados, 40 modelos por confeção e uma faturação de 60 mil euros em 2017. “No mercado já foram colocados mais de 100 modelos, para agradar a todos os gostos e feitios”, revelou Luís Campos.

A internacionalização da marca WestMister é agora uma aposta clara, associada aos passos já dados de afirmação nacional através da presença em eventos nacionais, com destaque para a última edição da Moda Lisboa, onde apresentou uma coleção que desenvolveu para o estilista Nuno Gama, a WestMister aposta também nos palcos internacionais. Recentemente estreou-se em Liverpool, no International Business Festival, no final deste mês viaja até Nova Iorque, para o MRket, e em setembro ruma a Madrid, onde participará na Momad Metropolis.

A startup famalicense trabalha assim para ganhar escala, agora que completa dois anos e ainda experimenta um ambiente de incubação, período durante o qual já se posicionou em 60 pontos de venda nacionais e em 15 lojas espalhadas pela Europa e pela América Latina, dispondo ainda de um showroom em Lisboa e de uma loja online.

Paulo Cunha, o edil famalicense que recentemente se deslocou à empresa no âmbito do Roteiro pela Inovação, destacou na altura que “pela sua criatividade e inovação, a WestMister é um sinal claro de que ainda é possível acrescentar muito ao que já somos hoje no têxtil e ao que seremos no futuro”, apontando a WestMister como “um dos melhores exemplos para sinalizar o enorme potencial de crescimento do concelho” de ‘Famalicão, Cidade Têxtil‘.

“Não basta produzir um produto de qualidade. É preciso também ter uma abordagem acertada ao mercado”, assinalou ainda Paulo Cunha.

Recentemente a WestMister viu as suas peúgas serem objeto de atenção adicional ao serem escolhidas pelo Primeiro-Ministro, António Costa, para presentear o seu homólogo canadiano, Justin Trudeau, na recente visita oficial, como um exemplo da qualidade da produção nacional.

 

 

Fontes: Famalicão Made IN e WestMister.

Imagens: Famalicão Made IN e WestMister (divulgação).

 

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Categorias: Economia

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