Augusto Lima

Economia | Empreender e internacionalizar para afirmar Famalicão

Economia | Empreender e internacionalizar para afirmar Famalicão

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O poder industrial e o rasgo empreendedor são marcas fortes de Vila Nova de Famalicão. O terceiro município que mais exporta em Portugal e o que apresenta o melhor saldo líquido da balança comercial proporciona às startups um ecossistema que facilita o desenvolvimento empresarial.

Esta identidade industrial do nosso concelho é, sem dúvida, uma força que nos distingue, motivando-nos diariamente para um trabalho que, desde cedo percebemos, não poderíamos desenvolver sozinhos.

Em estreita colaboração com o mais experiente tecido industrial, a reconhecida competência dos centros de investigação, das universidades e das associações empresariais, a par do apoio facilitador da Câmara Municipal e de uma equipa de peritos nas diversas áreas de desenvolvimento do negócio e do produto, conseguimos criar e estimular esse ambiente propício aos negócios.

Estou plenamente convicto de que as startups têm desempenhado um papel muito importante na transformação da indústria dita tradicional, pelo que o reconhecimento desse nosso ecossistema se deve também a elas e aos seus empreendedores, que souberam criar projetos bem-sucedidos, inovadores e com dimensão internacional. São disso exemplo muitos dos que já estiveram na incubadora Famalicão Made IN – que integra a Rede Nacional de Incubadoras e que já dispõe de dois polos – e conseguiram ganhar asas para voar, ou mesmo os que ainda lá estão.

Se a internacionalização é uma palavra-chave no léxico empresarial e do empreendedorismo, também o deve ser quando falamos do território no seu todo. É por isso que os desafios e as oportunidades para a internacionalização de pessoas, empresas e instituições sustentam as ambições de posicionamento do Município de Vila Nova de Famalicão no plano interno e, sobretudo, a nível internacional.

Para as empresas revela-se fundamental todo um trabalho de capacitação no sentido do reforço da sua competitividade e vocação exportadora. Esta tem sido, aliás, uma das preocupações da Câmara Municipal no âmbito da política autárquica de apoio ao tecido empresarial, certa de que só assim se consegue alargar a base exportadora do concelho e diversificar os mercados.

Mas, por outro lado, definimos também como prioridade estratégica a capacitação da comunidade para o diálogo internacional, reforçando a aposta no estabelecimento de relações externas de proximidade e nas trocas sociais, científicas e culturais importantes para o reconhecimento, interno e externo, da sociedade famalicense e do território. Tal como é fundamental a criação de uma atmosfera de acolhimento continuado e efetivo de pessoas, instituições e eventos externos de reputação internacional.

A agenda municipal para a internacionalização de Vila Nova de Famalicão prevê uma atuação transversal às diversas áreas das políticas públicas autárquicas. Os objetivos gerais estão traçados: promover e potenciar o crescimento económico do município e instigar e intensificar a aproximação do concelho à diáspora dos famalicenses no mundo.

Em suma, a estratégia de diplomacia urbana para a internacionalização de Vila Nova de Famalicão está pensada para fazer deste um concelho cosmopolita e aberto ao mundo, amigável para os negócios internacionais e atrativo para viver, estudar, investir e visitar.

Grandes desafios, à medida da nossa ambição!

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Categories: Crónica, Economia

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Augusto Lima

Vereador da Economia, Empreendedorismo e Inovação, Turismo e Internacionalização.

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