Questionário de Proust | José Carlos Reis Campos

Questionário de Proust | José Carlos Reis Campos

José Carlos Reis Campos, nasceu em Lousado em 1956.

Médico Dentista, exerce atividade privada em Vila Nova de Famalicão desde 1981.

Professor da Universidade do Porto nas Faculdades de Medicina Dentária (FMDUP) e Engenharia (FEUP).

Investigador no Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI) e no Laboratório de Ótica e Mecânica Experimental (LOME) da FEUP.

Desenvolve atividade cívica e política desde 2001, a convite do Dr. Agostinho Fernandes.

Foi Vereador, Deputado Municipal e Intermunicipal e Dirigente Nacional do Partido Socialista.

Casado e pai de três filhos.

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1- Qual é para si o cúmulo da miséria moral?

Tráfico de crianças.

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2- O seu ideal de felicidade terrestre?

Toda a Humanidade com o mínimo de dignidade.

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3- Que culpas, a seu ver, requerem mais indulgência?

Sobrevivência pessoal ou da família.

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4- E menos indulgência?

O que é feito com dolo.

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5- Qual a sua personagem histórica favorita?

Nelson Mandela.

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6- E as heroínas mais admiráveis da vida real?

As Mulheres.

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7- A sua heroína preferida na ficção?

Maria Madalena.

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8- O seu pintor favorito?

Vieira da Silva.

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9- O seu músico favorito?

Bob Dylan.

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10- Que qualidade mais aprecia no homem?

Solidariedade.

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11- Que qualidade prefere na mulher?

A verdade, frontalidade.

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12- A sua ocupação favorita?

Investigação.

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13- Quem gostaria de ter sido?

Doutor José de Sousa Martins.

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14- O principal atributo do seu carácter?

Gratidão.

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15- Que mais apetece aos amigos?

Amizade genuína.

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16- O seu principal defeito?

Demasiada confiança nos outros.

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17- O seu sonho de felicidade?

Deixar o mundo um lugar melhor.

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18- Qual a maior das desgraças?

As novas plataformas de guerra com o sofrimento inocente.

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19- Que profissão, que não fosse a de escritor, gostaria de ter exercido?

Diplomata.

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20- Que cor prefere?

Azul.

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21- A flor que mais gosta?

Cravo.

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22- O pássaro que lhe merece mais simpatia?

Andorinha.

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23- Os seus ficcionistas preferidos?

Sophia de Mello Breyner e José Saramago.

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24- Poetas preferidos?

Luís de Camões e Fernando Pessoa.

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25- O seu herói?

Albert Einstein.

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26- Os seus heróis da vida real?

Os militares de Abril.

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27- As suas heroínas da história?

Joana d’Arc e Rainha Santa Isabel.

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28- Que mais detesta no homem?

A malvadez.

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29- Carácteres históricos que mais abomina?

Cruz Suástica e KKK.

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30- Que facto, do ponto de vista guerreiro, mais admira?

Cerco do Porto, Cidade Invicta.

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31- A reforma política que mais ambiciona no mundo?

A reforma política para a distribuição mais justa da riqueza.

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32- O dom natural que mais gostaria de possuir?

Saber escrever poesia.

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33- Como desejaria morrer?

Com dignidade.

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34- Estado presente do seu espírito?

De paz com a vida.

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35- A sua divisa?

Fraternidade.

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36- Qual é o maior problema em aberto do concelho?

Não ser possível atrair o turismo para o concelho.

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37- Qual a área de problemas que se podem considerar satisfatoriamente resolvidos no território municipal?

Área social e educação.

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38- Que obra importante está ainda em falta entre nós?

A variante poente e as vias de comunicação a sul do concelho.

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39- De que mais se orgulha no seu concelho?

Famalicão, Terra de Amigos.

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40- Qual é o livro mais importante do mundo para si?

A Bíblia.

 

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Categorias: Sociedade

Acerca do(a) Autor(a) do artigo

Agostinho Fernandes

Agostinho Peixoto Fernandes nasceu em Joane, em 1942. Após a instrução primária, ingressou na austera Ordem do Carmo, em Viana do Castelo, tendo terminado a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Como professor do ensino Secundário ocupou, a partir de 1974, vários cargos de gestão em estabelecimentos de ensino. Entre 1980 e 1982 foi vereador da Cultura, pelo Partido Socialista, na Câmara Municipal de Famalicão, sendo Presidente Antero Martins do PSD, onde alicerçou uma política inovadora nesta área. Promoveu os Encontros Municipais e de Formação Autárquica, fundou o Boletim Cultural. Dinamizou o movimento associativo local. Em 1983 foi eleito presidente da Câmara de Famalicão, cargo que ocupou até 2001. O seu trabalho de autarca a favor da educação, ensino e acção social (foi um dos primeiros autarcas do país a criar no seu concelho uma rede pública de infantários) foi reconhecido em 1993 pela UNICEF, que o declarou “Presidente da Câmara Amigo das Crianças”. Ao longo dos seus sucessivos mandatos – que se estenderam por um período de quase 20 anos – o concelho transfigurou-se. A ele se deve a implantação de importantes infra-estruturas como o Citeve, Matadouro Central, Universidade Lusíada, Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, Biblioteca Municipal, Artave, Centro Coordenador de Transportes, Casa das Artes, Museu da Indústria Têxtil e piscinas municipais. Também tomou decisões polémicas, como a urbanização da parte dos terrenos de Sinçães, a instalação de grandes e médias superfícies comerciais à entrada da cidade e a demolição do Cine-Teatro Augusto Correia. Foi um dos fundadores da Associação de Municípios do Vale do Ave, tendo, neste âmbito, enfrentando a maior contestação popular dos seus mandatos com a construção da ETRSU de Riba de Ave. É sócio de inúmeras associações cívicas, culturais e de solidariedade social e foi mandatário concelhio de Mário Soares e Jorge Sampaio (1º mandato) nas suas campanhas à Presidência da República.

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