15/10/2017 | Para bem de Famalicão e dos famalicenses

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Após uma vitória arrasadora sobre as oposições nas Autárquicas 2017, em especial sobre o Partido Socialista local, toma hoje posse a nova Câmara Municipal, mais uma vez governada por Paulo Cunha, do Partido Social Democrata.

Vivemos tempos em que, como afirma Patrícia Fernandes, em jeito de conclusão na sua última crónica no Vila Nova, “os programas políticos se assemelham e em que o fundamento eleitoral recai no fator pessoal do candidato”.

Sem dúvida, assim é. As entrevistas que realizámos, prévias às eleições, aí estão para o comprovar. O discurso político entre candidatos, com exceção de Domingos Costa, resultou pouco distinto no que às propostas concretas a apresentar aos eleitores diz respeito. Aqui e além, uma ou outra crítica sobre o trabalho efetuado, nem sempre bem fundamentada ou explorada, e uma ou outra proposta diferenciadora, foram de todo insuficientes para convencer os eleitores famalicenses a mudarem de orientação. E isto mesmo num período em que o Partido Socialista conseguiu, no plano nacional, uma vitória também ela demolidora sobre os demais partidos políticos.

De facto, Paulo Cunha e a sua equipa, em especial em alguns departamentos-chave da vereação, para além do eventual mérito com que te(ê)m desempenhado as suas funções, te(ê)m-se mostrado sempre ativo(s), presente(s) e próximo(s) das gentes locais, o que lhe(s) garante, desde logo, uma vantagem significativa e adicional sobre os demais concorrentes.

Neste mandato que ora se inicia, não se esperam alterações relevantes na forma de exercício do poder local. À autarquia compete continuar a desenvolver o trabalho que vem fazendo, à oposição o controle das suas atividades e apresentação de propostas diferenciadoras, exequíveis e desejadas pela opinião pública.

Como afirmou Paulo Cunha ao Vila Nova: “Queremos continuar o trabalho que começamos a fazer há 4 anos atrás. Com algumas nuances. (…) A minha grande ambição, no futuro, é fundir, aproximar, anexar, o desenvolvimento social com o desenvolvimento económico (…). Entendo que o desenvolvimento económico só é útil ao concelho se trouxer com ele desenvolvimento social.”

 

Assim seja. Para bem de Famalicão e dos famalicenses.

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Categorias: Editorial

Acerca do(a) Autor(a) do artigo

Pedro Costa

Diretor e editor.

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